Quero um toque de magia,
um toque de alegria
que me faça sorrir,
por um instante a felicidade
de sentir que na verdade
existe amor no teu sentir.
Não quero um mundo perfeito
queria a forma e o jeito
de viver sem o sofrimento,
encontrar mais um pouco de amor
menos indiferença e menos dor,
e no corações menos desalento.
Não quero um mundo de rosas
das mais belas às menos formosas
que fossem todas sinceras,
o meu amor não está na beleza
mas sim na pureza
das primaveras.
Que mundo é este que vivo
que nem eu próprio consigo
dar asas à minha arte,
não quero mais que ninguém
queria ir mais além
sem por vezes estar de parte.
Continuo a luta na estrada
que leva minha alma cansada
para longe do que faz doer
esta insignificância sem significado
de estar só neste triste Fado,
de ver a contra-vontade em ver crescer.
Sou assim este menino
caminhando sem destino,
mas com vontade de vencer.
Para mostrar a quem me quer bem
que não há de ser ninguém
a impedir-me de vencer.
Às pedras do meu caminho,
que me querem ver sozinho,
tenho para lhes contar:
A vida é tão pequena
que de mim só levam apenas
lembranças para recordar.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Quero...
Porque é que o sonho me trás
lembranças que quero esquecer,
sendo que a ti não quero voltar.
Só assim eu volto atrás
para em ti me perder
nesta estranha forma de amar.
Porque é que a vida nos condena
a matar o amor por um orgulho
nesta vida que tenho sofrido,
pela distância que envenena
a solidão em que mergulho
o meu peito dolorido.
Ainda me lembro de ter dito
palavras que o coração
se torna escravo dia-a-dia,
meu amor é um infinito
que junto desta paixão
se entregou à tua magia;
Não me deixar descansar,
este peito tão cansado,
de chamar por ti todas as horas,
horas que teimam em não passar
este este ser tão magoado
pergunta pelas tuas demoras.
Quero voltar ao vazio
que a minha alma se encontrava,
quero sentir de novo o frio
que à minha alma congelava.
E só assim de ti me vou esquecer,
pois esta lembrança não desata
do meu peito que a vida por castigo,
fez questão de conhecer
e este amor que me mata
um dia morrerá contigo.
lembranças que quero esquecer,
sendo que a ti não quero voltar.
Só assim eu volto atrás
para em ti me perder
nesta estranha forma de amar.
Porque é que a vida nos condena
a matar o amor por um orgulho
nesta vida que tenho sofrido,
pela distância que envenena
a solidão em que mergulho
o meu peito dolorido.
Ainda me lembro de ter dito
palavras que o coração
se torna escravo dia-a-dia,
meu amor é um infinito
que junto desta paixão
se entregou à tua magia;
Não me deixar descansar,
este peito tão cansado,
de chamar por ti todas as horas,
horas que teimam em não passar
este este ser tão magoado
pergunta pelas tuas demoras.
Quero voltar ao vazio
que a minha alma se encontrava,
quero sentir de novo o frio
que à minha alma congelava.
E só assim de ti me vou esquecer,
pois esta lembrança não desata
do meu peito que a vida por castigo,
fez questão de conhecer
e este amor que me mata
um dia morrerá contigo.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Até mais ver
Peço a meus versos que sem medo
falem de ti, pela noite fora,
tecendo em palavras o segredo,
de um amor que vem chegada a hora.
As lágrimas do meu pranto
caem em forma de dor,
no sabor do meu canto
nascem palavras de amor.
Vi estrelas e luares
no céu circundante,
nos caminhos que andares
minha alma vai errante.
Simples toque de olhar
vagueia num sentir,
do teu peito palpitar
ao querer ver-me sorrir.
Não leves a tristeza
que dela tenho pena,
contigo há certeza
só o amor nos condena.
Guardo para mim o que foi nosso,
um jeito de amar tão inocente,
caminhando pela rua hoje posso
dizer que te amei loucamente.
falem de ti, pela noite fora,
tecendo em palavras o segredo,
de um amor que vem chegada a hora.
As lágrimas do meu pranto
caem em forma de dor,
no sabor do meu canto
nascem palavras de amor.
Vi estrelas e luares
no céu circundante,
nos caminhos que andares
minha alma vai errante.
Simples toque de olhar
vagueia num sentir,
do teu peito palpitar
ao querer ver-me sorrir.
Não leves a tristeza
que dela tenho pena,
contigo há certeza
só o amor nos condena.
Guardo para mim o que foi nosso,
um jeito de amar tão inocente,
caminhando pela rua hoje posso
dizer que te amei loucamente.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Eu, apenas
Sou poeira de um caminho
que não voltas a pisar,
perdido no teu carinho,
na loucura de te amar.
Ao passar da tempestade
este tormento magoado,
pede à minha saudade
que não voltes para meu lado.
As ruas em segredo,
teimam em chamar por mim.
Pois até elas têm medo,
da solidão que trás o fim.
Esse teu falso coração
vai batendo docemente
e a porta da solidão
ficou o meu tão cegamente.
Já não ligas as palavras
se as vês não sei,
sei que os beijos que me davas
nunca mais eu te darei.
Não me queiras enganar,
apaga-me da tua memória,
se sabes o que é amar
deixa-me apenas na tua história.
que não voltas a pisar,
perdido no teu carinho,
na loucura de te amar.
Ao passar da tempestade
este tormento magoado,
pede à minha saudade
que não voltes para meu lado.
As ruas em segredo,
teimam em chamar por mim.
Pois até elas têm medo,
da solidão que trás o fim.
Esse teu falso coração
vai batendo docemente
e a porta da solidão
ficou o meu tão cegamente.
Já não ligas as palavras
se as vês não sei,
sei que os beijos que me davas
nunca mais eu te darei.
Não me queiras enganar,
apaga-me da tua memória,
se sabes o que é amar
deixa-me apenas na tua história.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Entre linhas
Tão longe, tão distantes...
Nossos olhares sem se cruzar,
sinto falta dos instantes
e da doçura desse olhar.
Nada será como outrora,
não te iludas meu amor, eu sei.
Nestas palavras que vives agora,
descansa pois são tuas, eu dei.
Têm todo o carinho do mundo,
talvez assim tenhas sentido...
Tudo te dei do mais profundo
que sinto e tenho vivido.
Têm um tom de saudade
neste compor tão indulgente,
dói às vezes é verdade
já não saber da gente.
Este meu sentir que se estende
para além do tempo e da razão,
é o teu olhar que me prende
as portas do teu coração.
Sou um louco apaixonado,
não sei ser de outra maneira.
Para quem está ao meu lado
assim serei a vida inteira.
Não quero razões nem motivo
para o qual te foste embora,
no querer desprender ainda vivo
a querer ver-te a toda a hora.
Corro as ruas da noite escura
onde as lembranças embalam,
o sentimento que como loucura
só ao teu lado se calam.
Caminho pelas ruas, onde contigo,
passei nem que por breves momentos
e os sentimentos que trago comigo
vão no coração e nos pensamentos.
Levo-te comigo, minha companhia,
no compassar de todas as horas,
acompanhado pela espera tardia,
do teu chegar, amor porque demoras...
Nossos olhares sem se cruzar,
sinto falta dos instantes
e da doçura desse olhar.
Nada será como outrora,
não te iludas meu amor, eu sei.
Nestas palavras que vives agora,
descansa pois são tuas, eu dei.
Têm todo o carinho do mundo,
talvez assim tenhas sentido...
Tudo te dei do mais profundo
que sinto e tenho vivido.
Têm um tom de saudade
neste compor tão indulgente,
dói às vezes é verdade
já não saber da gente.
Este meu sentir que se estende
para além do tempo e da razão,
é o teu olhar que me prende
as portas do teu coração.
Sou um louco apaixonado,
não sei ser de outra maneira.
Para quem está ao meu lado
assim serei a vida inteira.
Não quero razões nem motivo
para o qual te foste embora,
no querer desprender ainda vivo
a querer ver-te a toda a hora.
Corro as ruas da noite escura
onde as lembranças embalam,
o sentimento que como loucura
só ao teu lado se calam.
Caminho pelas ruas, onde contigo,
passei nem que por breves momentos
e os sentimentos que trago comigo
vão no coração e nos pensamentos.
Levo-te comigo, minha companhia,
no compassar de todas as horas,
acompanhado pela espera tardia,
do teu chegar, amor porque demoras...
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Sentimento
Onde estão as palavras,
onde está o sentimento,
para onde foi o tempo
em que a sorrir me encontravas.
O tempo marca a gente
no passar, ficando as memórias.
No passar das horas lembro vagamente
de tais risos, tais contos, tais histórias.
Quanto vale a alegria de viver?
Quanto vale a força de querer?
Sebes que nem tudo foi alegrias,
mas o tempo supera as nostalgias.
Ainda cá vens partilhar comigo,
aquilo que sinto, tua forma de vida.
Como outrora, hoje não consigo,
levaram de mim e hoje anda perdida
a alma que dolente hoje caminha,
por entre os vales, montanhas e montes,
levando com ela uma dor só minha
que não percebes, não vês, mesmo que apontes.
Não tenho qualquer dom ou qualidade,
não tenho nada mais que se note ou se veja,
nem tudo na vida resume-se à idade
mas sim ao que vivi e quando digo é com certeza.
Já vi tantas coisas no Luar,
nas noites de solidão onde o frio aquecia,
os meus sentidos, a forma de pensar
e a própria vida que me esquecia.
onde está o sentimento,
para onde foi o tempo
em que a sorrir me encontravas.
O tempo marca a gente
no passar, ficando as memórias.
No passar das horas lembro vagamente
de tais risos, tais contos, tais histórias.
Quanto vale a alegria de viver?
Quanto vale a força de querer?
Sebes que nem tudo foi alegrias,
mas o tempo supera as nostalgias.
Ainda cá vens partilhar comigo,
aquilo que sinto, tua forma de vida.
Como outrora, hoje não consigo,
levaram de mim e hoje anda perdida
a alma que dolente hoje caminha,
por entre os vales, montanhas e montes,
levando com ela uma dor só minha
que não percebes, não vês, mesmo que apontes.
Não tenho qualquer dom ou qualidade,
não tenho nada mais que se note ou se veja,
nem tudo na vida resume-se à idade
mas sim ao que vivi e quando digo é com certeza.
Já vi tantas coisas no Luar,
nas noites de solidão onde o frio aquecia,
os meus sentidos, a forma de pensar
e a própria vida que me esquecia.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Nesse olhar
Estamos tão bem,
um para o outro cegamente,
sem ver que o nosso mundo tem
mais que aquilo que vemos certamente.
Um olhar tom de diamante,
uma voz doce que me guia
ao sonho que já via distante,
no encontro da tua mão fria.
Um abraço num sítio esquecido,
que as nossas almas descobrem sem querer,
dá-me mais do que eu não tenho vivido
e vou descobrindo contigo, uma forma de viver.
Na tua doce forma de sentir
onde eu me perco docemente,
na tua voz doce de se ouvir
entrego os meus sentidos impunemente.
Nesses teus olhos onde minha alma
perde-se no encanto puro e indulgente,
repouso na fragrância da tua pela que acalma
este corpo cansado, deste viver consciente.
A inspiração que traz-me o teu carinho
quando me tocas com ternura,
deixa-me a pensar sozinho
que a tua ausência seria tortura.
Química forte dos nossos sentimentos,
das nossas almas, do nosso querer,
divide todo o tempo em breves momentos
que quando juntos, mais queremos ter.
Já não sentia um sorrir,
já não esperava por muito aqui,
fizeste-me sonhar no teu sentir
e esquecer muito que sofri.
um para o outro cegamente,
sem ver que o nosso mundo tem
mais que aquilo que vemos certamente.
Um olhar tom de diamante,
uma voz doce que me guia
ao sonho que já via distante,
no encontro da tua mão fria.
Um abraço num sítio esquecido,
que as nossas almas descobrem sem querer,
dá-me mais do que eu não tenho vivido
e vou descobrindo contigo, uma forma de viver.
Na tua doce forma de sentir
onde eu me perco docemente,
na tua voz doce de se ouvir
entrego os meus sentidos impunemente.
Nesses teus olhos onde minha alma
perde-se no encanto puro e indulgente,
repouso na fragrância da tua pela que acalma
este corpo cansado, deste viver consciente.
A inspiração que traz-me o teu carinho
quando me tocas com ternura,
deixa-me a pensar sozinho
que a tua ausência seria tortura.
Química forte dos nossos sentimentos,
das nossas almas, do nosso querer,
divide todo o tempo em breves momentos
que quando juntos, mais queremos ter.
Já não sentia um sorrir,
já não esperava por muito aqui,
fizeste-me sonhar no teu sentir
e esquecer muito que sofri.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Uma madrugada
No toque das mãos
no encontro de um olhar,
no calor dos corpos
ao sabor do mar.
Na ondulação de um pensamento não realizado,
hoje já é tarde para aquilo que amanhã será passado.
Foi a primeira sensação de um sentimento nunca experimentado.
Quem me dera, quem nos dera
passar a barreira do tempo
para um passeio no passado.
Penetra-me na alma arranca-me os sentidos,
volta aos passos onde os passos vividos
nunca, olhares serão esquecidos,
palavras apagaram tudo o que tenhamos dito
o sabor da pele nos lábios já mais sentidos.
Olhar para as estrelas que marcam a rota
de um sentimento na pele vivido.
Quando esperas e desesperas
pelas palavras que eu também espero,
do outro lado do lado mais controverso
de sentir como queres e eu quero,
as palavras como se tocassem na pele
vesti-las e sair pelas ruas,
para ir-mos para todo lado
onde as palavras que despem
as nossas almas nuas.
Nas mãos trago fragrâncias
de um anjo quando estive no céu,
quanto mais perto, maiores as distâncias
revertendo as distâncias
na sombra de um acto escondido
onde o acto já mais cai no esquecimento.
É não ter o desejo contido
na flor do nosso próprio tempo.
Noite bem passada
companhia na madrugada,
que deixa a alma inspirada
para mais uma pitada
de sentimento na alma.
no encontro de um olhar,
no calor dos corpos
ao sabor do mar.
Na ondulação de um pensamento não realizado,
hoje já é tarde para aquilo que amanhã será passado.
Foi a primeira sensação de um sentimento nunca experimentado.
Quem me dera, quem nos dera
passar a barreira do tempo
para um passeio no passado.
Penetra-me na alma arranca-me os sentidos,
volta aos passos onde os passos vividos
nunca, olhares serão esquecidos,
palavras apagaram tudo o que tenhamos dito
o sabor da pele nos lábios já mais sentidos.
Olhar para as estrelas que marcam a rota
de um sentimento na pele vivido.
Quando esperas e desesperas
pelas palavras que eu também espero,
do outro lado do lado mais controverso
de sentir como queres e eu quero,
as palavras como se tocassem na pele
vesti-las e sair pelas ruas,
para ir-mos para todo lado
onde as palavras que despem
as nossas almas nuas.
Nas mãos trago fragrâncias
de um anjo quando estive no céu,
quanto mais perto, maiores as distâncias
revertendo as distâncias
na sombra de um acto escondido
onde o acto já mais cai no esquecimento.
É não ter o desejo contido
na flor do nosso próprio tempo.
Noite bem passada
companhia na madrugada,
que deixa a alma inspirada
para mais uma pitada
de sentimento na alma.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Magoa no meu peito
O que faço a esta tristeza?
A esta dor que há em mim?
Não me questiones,
não me faças falar,
deixa-me estar só com este sentimento.
As rimas já não saem,
já não sei dos meus versos.
Tudo o que tinha e não tinha
foi-se com o passar do tempo.
Já não sei sequer de mim,
esta dor consome a alma
sem saber se há fim
este aperto que não acalma.
Quero sair deste mundo
já que não suporto a dor de viver,
para que trazer um sentimento profundo
na insignificante forma de o ter.
Já custa até a respiração,
este peso no peito que trago,
que mal fiz eu ao meu coração
para estar assim tão magoado.
Se um dia eu partir,
lembra-te que fui memória esquecida,
que trouxe à minha forma de sentir,
a minha actual forma de vida.
Já não sou como outrora
pois o tempo passa e magoa,
o vento vai passando lá fora
e ao meu ouvido soa,
que a minha alma doente
tem uma doença que não sara,
é a doença de ter presente
estas lembranças que à tristeza me agarra.
E já que me levas-te tudo
leva-me por piedade a vida,
é muito a dor de sentir cá no fundo
a dor de estar assim de alma perdida.
A esta dor que há em mim?
Não me questiones,
não me faças falar,
deixa-me estar só com este sentimento.
As rimas já não saem,
já não sei dos meus versos.
Tudo o que tinha e não tinha
foi-se com o passar do tempo.
Já não sei sequer de mim,
esta dor consome a alma
sem saber se há fim
este aperto que não acalma.
Quero sair deste mundo
já que não suporto a dor de viver,
para que trazer um sentimento profundo
na insignificante forma de o ter.
Já custa até a respiração,
este peso no peito que trago,
que mal fiz eu ao meu coração
para estar assim tão magoado.
Se um dia eu partir,
lembra-te que fui memória esquecida,
que trouxe à minha forma de sentir,
a minha actual forma de vida.
Já não sou como outrora
pois o tempo passa e magoa,
o vento vai passando lá fora
e ao meu ouvido soa,
que a minha alma doente
tem uma doença que não sara,
é a doença de ter presente
estas lembranças que à tristeza me agarra.
E já que me levas-te tudo
leva-me por piedade a vida,
é muito a dor de sentir cá no fundo
a dor de estar assim de alma perdida.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Cintilante
Sem saber, sabendo que sabias
que em mim existia
muito mais do que eu via
será que eras e és a única que vias.
De todas as estrelas no céu
és como uma estrela guia.
Olhar para a Lua lá no alto,
à espreita de uma paixão enlouquecida
momentos de vida,
na forma de dizer e fazer
vou entendendo, o que dizes
e para onde olhas para me enlouquecer.
Olha-me e esse olhar
penetra-me na mente,
não quer nem um segundo parar
no meu consciente.
Penso e volto a ver que não esqueço,
não me deste a morada
vou prosseguindo sem saber o endereço,
num caminho que dou o devido apreço.
Já vou sabendo que a vida,
tece os caminhos e por mais
que queria, ter a cabeça decidida
vou passando por caminhos tais
que deixam a minha mente feliz,
ainda digo, que sou quem sou
vou sendo apenas um aprendiz.
Aprendo muito com os vários tons,
brilhantes e cintilantes,
vou ouvindo vários sons
lembro-me do teu olhar depois do antes.
Um encontro inesperado,
foi bom, não tenhas dúvidas.
No mais que tenho pensado
encontro-te em todas as vidas.
que em mim existia
muito mais do que eu via
será que eras e és a única que vias.
De todas as estrelas no céu
és como uma estrela guia.
Olhar para a Lua lá no alto,
à espreita de uma paixão enlouquecida
momentos de vida,
na forma de dizer e fazer
vou entendendo, o que dizes
e para onde olhas para me enlouquecer.
Olha-me e esse olhar
penetra-me na mente,
não quer nem um segundo parar
no meu consciente.
Penso e volto a ver que não esqueço,
não me deste a morada
vou prosseguindo sem saber o endereço,
num caminho que dou o devido apreço.
Já vou sabendo que a vida,
tece os caminhos e por mais
que queria, ter a cabeça decidida
vou passando por caminhos tais
que deixam a minha mente feliz,
ainda digo, que sou quem sou
vou sendo apenas um aprendiz.
Aprendo muito com os vários tons,
brilhantes e cintilantes,
vou ouvindo vários sons
lembro-me do teu olhar depois do antes.
Um encontro inesperado,
foi bom, não tenhas dúvidas.
No mais que tenho pensado
encontro-te em todas as vidas.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Tua mão
Nada de preocupante
o que se vê na tua mão,
o sinal pleno
do bom início
de uma relação.
De amizade,
não há confusões,
há lições que se devem tirar.
Não há nada de incorrecto,
vivo num sentido aberto
mas sempre com rumo certo
para não me enganar.
Conclusões, nem no início,
não é esse o meu ofício,
gosto mais de sonhar.
O sonho não é mal,
é apenas um sinal
que não deixas-te de ser criança,
nos teus olhos a esperança
é uma menina a brincar.
Melodias, sintonias,
são directas e indiscretas
mas ficas a pensar.
Num abraço sentido
de poucos que tenho tido,
vai fluindo inspiração,
na ponta da caneta
e mesmo que digam:
- "Estás noutro planeta!!!"
prossigo com a canção.
O que se vê na tua mão
é ternura e encanto,
teu sorriso na minha imaginação
dá inspiração
aos versos que canto.
o que se vê na tua mão,
o sinal pleno
do bom início
de uma relação.
De amizade,
não há confusões,
há lições que se devem tirar.
Não há nada de incorrecto,
vivo num sentido aberto
mas sempre com rumo certo
para não me enganar.
Conclusões, nem no início,
não é esse o meu ofício,
gosto mais de sonhar.
O sonho não é mal,
é apenas um sinal
que não deixas-te de ser criança,
nos teus olhos a esperança
é uma menina a brincar.
Melodias, sintonias,
são directas e indiscretas
mas ficas a pensar.
Num abraço sentido
de poucos que tenho tido,
vai fluindo inspiração,
na ponta da caneta
e mesmo que digam:
- "Estás noutro planeta!!!"
prossigo com a canção.
O que se vê na tua mão
é ternura e encanto,
teu sorriso na minha imaginação
dá inspiração
aos versos que canto.
domingo, 29 de abril de 2012
Vá, deixa lá...
Ando cansado de querer
meter o mundo normal,
quando a rotina de viver
foge do habitual.
Viver para ver
que és imagem esquecida,
na caminhada que vais tecendo
à imagem da tua própria vida.
Já me ia esquecendo,
sem querer vou dizendo
que a tua alma despida,
por minhas mãos sentidas
já mais esquecerás,
do 1º toque, até à despedida.
Saio deste embaraço
não notas mas embora,
seja curto o espaço
de tempo, eu
faço e rê-faço,
tiro este cansaço,
da minha cabeça.
Sem volta
agarro-me
a sorte que se solta,
para eu a pegar.
Vê-lá se te lembras
que nos meus poemas,
entre os meus fonemas,
há uma forma de estar.
Deixa-te estar,
eu cá vou nessa
vou ver se pego outra Vanessa
e a meto no altar.
Deixa lá...
nem que eu fosse louco
não faria por tão pouco,
o preço da minha alma, por pagar.
Mete-me 1 quilo
de juízo "nessa tua cabeça",
não te metas com outro estilo
para que ninguém
não se esqueça,
que o teu nome afinal
não é Vanessa,
e tudo acabou
porque tinhas pressa,
de acabar isto comigo
pois tinhas outros à espera
de novas promessas.
Achas ainda
"que Eu, tenho dois dedos de testa?"
não se contesta
a testosterona
que deitávamos
na cama quando eu te mexia na....
Vergonha, da hora
que agora imploras
para não voltar,
se eu fosse a ti
também não me queria
naquele mesmo lugar!
Vá, sem mágoa
nem ressentimento,
guarda-me na tua página
do "ESQUECIMENTO".
meter o mundo normal,
quando a rotina de viver
foge do habitual.
Viver para ver
que és imagem esquecida,
na caminhada que vais tecendo
à imagem da tua própria vida.
Já me ia esquecendo,
sem querer vou dizendo
que a tua alma despida,
por minhas mãos sentidas
já mais esquecerás,
do 1º toque, até à despedida.
Saio deste embaraço
não notas mas embora,
seja curto o espaço
de tempo, eu
faço e rê-faço,
tiro este cansaço,
da minha cabeça.
Sem volta
agarro-me
a sorte que se solta,
para eu a pegar.
Vê-lá se te lembras
que nos meus poemas,
entre os meus fonemas,
há uma forma de estar.
Deixa-te estar,
eu cá vou nessa
vou ver se pego outra Vanessa
e a meto no altar.
Deixa lá...
nem que eu fosse louco
não faria por tão pouco,
o preço da minha alma, por pagar.
Mete-me 1 quilo
de juízo "nessa tua cabeça",
não te metas com outro estilo
para que ninguém
não se esqueça,
que o teu nome afinal
não é Vanessa,
e tudo acabou
porque tinhas pressa,
de acabar isto comigo
pois tinhas outros à espera
de novas promessas.
Achas ainda
"que Eu, tenho dois dedos de testa?"
não se contesta
a testosterona
que deitávamos
na cama quando eu te mexia na....
Vergonha, da hora
que agora imploras
para não voltar,
se eu fosse a ti
também não me queria
naquele mesmo lugar!
Vá, sem mágoa
nem ressentimento,
guarda-me na tua página
do "ESQUECIMENTO".
quinta-feira, 26 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
O que foi...
Porque é que ainda vens
atormentar os meus sonhos,
onde já não moras nem tens
tudo aquilo que era teu.
Meu coração que te guarde,
onde ele quiser e bem entende,
pois mesmo sem fazer alarde
nem que venhas mais tarde
só o meu coração compreende,
a dor que lhe causas-te.
Ainda te lembras de mim,
uma longínqua miragem
nesse pensamento, meu fim,
ficou pela passagem
daquilo que foste, enfim...
Um dia que por mim passes,
não tenhas pena, não tenhas dó.
Por todo o mal que me fazes
deixa-me estar bem e só.
Pois eu, desejei-te como ninguém.
Tinha-te como a imagem daquela
que ninguém neste mundo tem,
não eras apenas, se não aquela.
Talvez um dia olhes mas será tarde,
a vida é certo, dá-nos tanto desenganos,
mas não precisas de fazer alarde,
se vier o arrependimento
com o passar dos anos.
A tanto que não te vejo,
hoje fui ver o brilho das marés
aquilo que em ti era um desejo,
pois hoje já não sei quem és.
atormentar os meus sonhos,
onde já não moras nem tens
tudo aquilo que era teu.
Meu coração que te guarde,
onde ele quiser e bem entende,
pois mesmo sem fazer alarde
nem que venhas mais tarde
só o meu coração compreende,
a dor que lhe causas-te.
Ainda te lembras de mim,
uma longínqua miragem
nesse pensamento, meu fim,
ficou pela passagem
daquilo que foste, enfim...
Um dia que por mim passes,
não tenhas pena, não tenhas dó.
Por todo o mal que me fazes
deixa-me estar bem e só.
Pois eu, desejei-te como ninguém.
Tinha-te como a imagem daquela
que ninguém neste mundo tem,
não eras apenas, se não aquela.
Talvez um dia olhes mas será tarde,
a vida é certo, dá-nos tanto desenganos,
mas não precisas de fazer alarde,
se vier o arrependimento
com o passar dos anos.
A tanto que não te vejo,
hoje fui ver o brilho das marés
aquilo que em ti era um desejo,
pois hoje já não sei quem és.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Desilusão
Cria-se a revolta
a calma não volta,
se vais deixo-te ir
um dia hei-de te ver sorrir.
Por ai ou por aqui,
para onde vais?
Não sei,
não quero saber.
Já me basta
encarar o teu passado,
ver que fui apenas
uma brincadeira
do teu lado.
Histórias
deixo-as pela Serra,
os contos que conto
já os deixo pela terra.
Viciaste o meu ser,
viciaste-me a alma,
quero que a distância
mate a dor da tua falta.
Espero mas se voltares
jamais te esqueças,
que fostes
sem te importares,
da revolta não me impeças.
Pensa que,
não estou apenas magoado,
não estou apenas desiludido,
pois quando tive ao teu lado,
dizias ser a primeira vez
que aquilo se tinha sucedido.
Para além de tudo
eu sou teu amigo,
se quiseres vem ter comigo,
não venhas é tarde
pois podes não me encontrar
onde eu me encontrava contigo.
Se sou revoltado?
Não, nunca tenho razão.
Mas um dia que olhes
para aquilo que eu vi,
talvez dirás que eu tinha
razão para ter sentido
tudo aquilo que senti.
Por que é que me fizeste isto?
Por que é que eu me fiz isto?
Concordo que a loucura
de uma paixão sem limites,
deixa-nos à porta da procura
de preencher um vazio,
vazio já eu estou
eu sou vazio,
apenas entraste no vazio
que eu sou e tu não vês.
a calma não volta,
se vais deixo-te ir
um dia hei-de te ver sorrir.
Por ai ou por aqui,
para onde vais?
Não sei,
não quero saber.
Já me basta
encarar o teu passado,
ver que fui apenas
uma brincadeira
do teu lado.
Histórias
deixo-as pela Serra,
os contos que conto
já os deixo pela terra.
Viciaste o meu ser,
viciaste-me a alma,
quero que a distância
mate a dor da tua falta.
Espero mas se voltares
jamais te esqueças,
que fostes
sem te importares,
da revolta não me impeças.
Pensa que,
não estou apenas magoado,
não estou apenas desiludido,
pois quando tive ao teu lado,
dizias ser a primeira vez
que aquilo se tinha sucedido.
Para além de tudo
eu sou teu amigo,
se quiseres vem ter comigo,
não venhas é tarde
pois podes não me encontrar
onde eu me encontrava contigo.
Se sou revoltado?
Não, nunca tenho razão.
Mas um dia que olhes
para aquilo que eu vi,
talvez dirás que eu tinha
razão para ter sentido
tudo aquilo que senti.
Por que é que me fizeste isto?
Por que é que eu me fiz isto?
Concordo que a loucura
de uma paixão sem limites,
deixa-nos à porta da procura
de preencher um vazio,
vazio já eu estou
eu sou vazio,
apenas entraste no vazio
que eu sou e tu não vês.
terça-feira, 6 de março de 2012
O que foi...
Foge o tempo,
chegando a tempestade,
no peso do meu sofrimento
vagueando pelas ruas da cidade.
Porque é que ainda sonho?
porque é que é tão escuro?
Na vida que suponho,
nascer de algo puro.
Vai mas leva contigo esta dor,
vai e leva contigo o sofrimento
de saber o quanto custa o amor
e o que é senti-lo cá dentro.
Olha à tua volta,
pergunta à saudade
por uma lágrima que se solta
dentro da minha vontade,
de ter-te ao meu lado,
de ter-te pela noite fora,
seguindo este meu fado
na vontade de ir embora.
Sabes o que é amar?
Sabes o que é dedicar?
Porque a vida me trás
apenas as desilusões,
as distâncias são más
quando são dois corações.
Não me tragas mais vida,
vida que por mim passa.
Nesta felicidade perdida,
nesta dor que tanto massa.
Não voltes na volta do teu caminho,
vai para longe onde só o vento
leve para mais longe o teu carinho,
para não o ter no meu pensamento.
Já que este coração magoado,
que pelas noites vagueia em solidão
se por tristeza entrego-me ao Fado,
por alegria matava o meu coração.
Um dia hás-de sentir
tudo aquilo que me tens feito,
nesta intermitência de existir
vais dormir na dor que me deito.
chegando a tempestade,
no peso do meu sofrimento
vagueando pelas ruas da cidade.
Porque é que ainda sonho?
porque é que é tão escuro?
Na vida que suponho,
nascer de algo puro.
Vai mas leva contigo esta dor,
vai e leva contigo o sofrimento
de saber o quanto custa o amor
e o que é senti-lo cá dentro.
Olha à tua volta,
pergunta à saudade
por uma lágrima que se solta
dentro da minha vontade,
de ter-te ao meu lado,
de ter-te pela noite fora,
seguindo este meu fado
na vontade de ir embora.
Sabes o que é amar?
Sabes o que é dedicar?
Porque a vida me trás
apenas as desilusões,
as distâncias são más
quando são dois corações.
Não me tragas mais vida,
vida que por mim passa.
Nesta felicidade perdida,
nesta dor que tanto massa.
Não voltes na volta do teu caminho,
vai para longe onde só o vento
leve para mais longe o teu carinho,
para não o ter no meu pensamento.
Já que este coração magoado,
que pelas noites vagueia em solidão
se por tristeza entrego-me ao Fado,
por alegria matava o meu coração.
Um dia hás-de sentir
tudo aquilo que me tens feito,
nesta intermitência de existir
vais dormir na dor que me deito.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Contigo
Por entre mares e marés
Se não sinto,
desminto,
digo que não minto
ao dizer que me devoras,
todo o meu ser
todo o meu querer,
está em ti a toda hora.
Tenho ciúme do vento
que passa por ti,
da água que lava
os teus sentidos
fazes minha alma sorrir,
sempre que dava
as sete badaladas
do nosso encontro
onde davas,
tudo o que tinhas
e o nosso prazer encontravas.
Pelos teus olhos cor de mel,
pela tua voz doce e suave
aquilo que em mim é teu,
bate levemente sem que pare,
Alimentando esta chama esquecida,
desta paixão que no vento que fomos
deixar que a minha, tua, nossa vida
se desenlaçasse em tudo aquilo que somos.
por entres rios e colinas
diz-me o que sabes, quem és,
porque é que nos sonhos me dominas.
O vento trás o perfume
fragmentos de lembranças,
do Luar já é costume
abraçar nossas esperanças.Se não sinto,
desminto,
digo que não minto
ao dizer que me devoras,
todo o meu ser
todo o meu querer,
está em ti a toda hora.
Tenho ciúme do vento
que passa por ti,
da água que lava
os teus sentidos
fazes minha alma sorrir,
sempre que dava
as sete badaladas
do nosso encontro
onde davas,
tudo o que tinhas
e o nosso prazer encontravas.
Pelos teus olhos cor de mel,
pela tua voz doce e suave
aquilo que em mim é teu,
bate levemente sem que pare,
Alimentando esta chama esquecida,
desta paixão que no vento que fomos
deixar que a minha, tua, nossa vida
se desenlaçasse em tudo aquilo que somos.
Onde andas
Diz-me se te perdes-te,
diz-me à sombra do tempo,
pois tudo o que me deste
levas-te contigo no momento.
Porque é que te vais
sem saber quem somos,
caio no beijo onde cais
no silêncio do que fomos.
Será que compreendes
assim como eu expresso?
Será que não te perdes,
onde procuro um regresso.
Onde ficaram as promessas,
as juras estendidas ao Luar,
só peço que não te esqueças
o que foi o intenso esperar,
que chegassem sem chegar,
do que sonhas sem sonhar.
Sei que sem destino
estamos destinados,
ao castigo do que sinto
onde somos esperados.
Sei que não irás chegar
de onde partiste, o fim.
Pede aos Deuses do Luar,
que não te façam chorar por mim.
diz-me à sombra do tempo,
pois tudo o que me deste
levas-te contigo no momento.
Porque é que te vais
sem saber quem somos,
caio no beijo onde cais
no silêncio do que fomos.
Será que compreendes
assim como eu expresso?
Será que não te perdes,
onde procuro um regresso.
Onde ficaram as promessas,
as juras estendidas ao Luar,
só peço que não te esqueças
o que foi o intenso esperar,
que chegassem sem chegar,
do que sonhas sem sonhar.
Sei que sem destino
estamos destinados,
ao castigo do que sinto
onde somos esperados.
Sei que não irás chegar
de onde partiste, o fim.
Pede aos Deuses do Luar,
que não te façam chorar por mim.
Caminhos
No
cruzar das marés que me calas.
Na
voz doce, triste e magoada,
ver
que no silêncio daquelas almas,
na
leve tristeza daquela vaga.
Corre
a brisa que te leve
para
perto o muito ausente,
levemente
o frio e a neve
levaram
a lágrima dolente.
Na
chama da paixão que se desvanece,
quando
o esvair duma saudade
no
teu peito dorme, o sentimento tece,
a
dor nas ruas daquela cidade.
O
som das ruas, entre a maresia,
que
a vaga do mar se desprende,
cheira
à saudade de alma vazia
com
sabor aos beijo que se rende.
Procura
Procurei-te
onde a solidão,
abraçou-me
e sem piedade
disse
a este meu coração,
que
pelas ruas da cidade;
correu
à tua procura,
gritou
por ti noite fora,
encontrou-se
com a loucura
pois
tinhas mandado embora,
meu
coração que é teu,
minha
vida que é só tua,
esse
teu corpo era meu
só
já vejo à luz da Lua.
No
embalar de uma saudade,
adormeço
a dor da despedida
nem
mesmo as ruas da cidade,
onde
a minha pobre vida
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Fragmentos de saudade
Tão distante como o céu está do mar,
tão longe quanto a maresia no deserto,
tão distante na distância de um olhar,
haverá encontro num horizonte certo
onde possa ou não possa te encontrar.
Morrem os sentidos, sentindo a despedida,
já ditam os Deuses um fim esperado,
aos Deuses, à Saudade e à própria Vida
peço que te tragam à noite para meu lado.
Para que serviu tantos sonhos trocados,
momentos que fizeram de mim menino,
de sonhos, sonhando em todos os lados,
se hoje vou caminhando só no meu destino.
Dói a amargura das horas sombrias,
vestidas de uma mágoa e desespero,
são tão gastas as noites longas e frias,
onde já não nos damos por inteiro,
à loucura que consumia nossos corpos
na chama ardente de uma paixão,
hoje gritam os meus sonhos quase mortos
por ti, por teu corpo, pelo teu coração.
Quantos Luares cobriram os desejos,
as tentações, a realidade do momento,
as nossas bocas sedentes de um beijo,
diz-me se foi em vão todo este tempo.
Nos sonhos que hoje chamam por ti,
vêem-te como uma doce miragem,
pois fugis-te dos sonhos e eu aqui
esperando o sabor da tua passagem.
Quanto valem estas pobres palavras?
Quanto vale esta dor que me devora?
Só eu sei quanto vale o valor que davas,
às palavras que hoje vêem-te ir embora.
tão longe quanto a maresia no deserto,
tão distante na distância de um olhar,
haverá encontro num horizonte certo
onde possa ou não possa te encontrar.
Morrem os sentidos, sentindo a despedida,
já ditam os Deuses um fim esperado,
aos Deuses, à Saudade e à própria Vida
peço que te tragam à noite para meu lado.
Para que serviu tantos sonhos trocados,
momentos que fizeram de mim menino,
de sonhos, sonhando em todos os lados,
se hoje vou caminhando só no meu destino.
Dói a amargura das horas sombrias,
vestidas de uma mágoa e desespero,
são tão gastas as noites longas e frias,
onde já não nos damos por inteiro,
à loucura que consumia nossos corpos
na chama ardente de uma paixão,
hoje gritam os meus sonhos quase mortos
por ti, por teu corpo, pelo teu coração.
Quantos Luares cobriram os desejos,
as tentações, a realidade do momento,
as nossas bocas sedentes de um beijo,
diz-me se foi em vão todo este tempo.
Nos sonhos que hoje chamam por ti,
vêem-te como uma doce miragem,
pois fugis-te dos sonhos e eu aqui
esperando o sabor da tua passagem.
Quanto valem estas pobres palavras?
Quanto vale esta dor que me devora?
Só eu sei quanto vale o valor que davas,
às palavras que hoje vêem-te ir embora.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Por ser curta
Longa é a noite em que procuro,
encontrar no brilho das palavras
aquilo que vejo no escuro,
voando em longas madrugadas.
Vou perguntando ao som das ondas do mar
se te têm em segredo na beleza inédita
do bailar das ondas ao rebentar,
num porto seguro onde o destino dita
que por mais que navegues por marés,
hás-de sempre encontrar
em mim, em nós, aquilo que tu és.
Solta-se num sorriso teu
um brilho de ternura,
na paixão do teu coração, o meu,
de cede e de loucura
adormece a dor desmedida,
por ter-te em pensamento
e longe ao lado da vida.
Saudades que sinto desse olhar,
desses lábios que queimam,
desse corpo que podia estar
onde os meus olhos o desejam.
Se por sorte ou azar um dia
eu partir par longe, ao Luar,
encontra a tua alegria
para que eu te possa encontrar.
Sei que são longas as noites,
o desespero, a dor, a amargura
por mares, marés, poucas sortes,
acende a doce chama da tua ternura,
para que nela eu me deite e nesse mar
que não me impõe tempestades,
possa enfim, no fim, descansar
as amarguras, dores e cansaços
que ando nesta vida a passar.
Não me deixem sozinho,
deixem-me apenas na solidão
para poder num sonho ver
que me dói mais o coração,
num sonho de solidão
que aquilo que possa
acompanhado pensar.
encontrar no brilho das palavras
aquilo que vejo no escuro,
voando em longas madrugadas.
Vou perguntando ao som das ondas do mar
se te têm em segredo na beleza inédita
do bailar das ondas ao rebentar,
num porto seguro onde o destino dita
que por mais que navegues por marés,
hás-de sempre encontrar
em mim, em nós, aquilo que tu és.
Solta-se num sorriso teu
um brilho de ternura,
na paixão do teu coração, o meu,
de cede e de loucura
adormece a dor desmedida,
por ter-te em pensamento
e longe ao lado da vida.
Saudades que sinto desse olhar,
desses lábios que queimam,
desse corpo que podia estar
onde os meus olhos o desejam.
Se por sorte ou azar um dia
eu partir par longe, ao Luar,
encontra a tua alegria
para que eu te possa encontrar.
Sei que são longas as noites,
o desespero, a dor, a amargura
por mares, marés, poucas sortes,
acende a doce chama da tua ternura,
para que nela eu me deite e nesse mar
que não me impõe tempestades,
possa enfim, no fim, descansar
as amarguras, dores e cansaços
que ando nesta vida a passar.
Não me deixem sozinho,
deixem-me apenas na solidão
para poder num sonho ver
que me dói mais o coração,
num sonho de solidão
que aquilo que possa
acompanhado pensar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)