Peço a meus versos que sem medo
falem de ti, pela noite fora,
tecendo em palavras o segredo,
de um amor que vem chegada a hora.
As lágrimas do meu pranto
caem em forma de dor,
no sabor do meu canto
nascem palavras de amor.
Vi estrelas e luares
no céu circundante,
nos caminhos que andares
minha alma vai errante.
Simples toque de olhar
vagueia num sentir,
do teu peito palpitar
ao querer ver-me sorrir.
Não leves a tristeza
que dela tenho pena,
contigo há certeza
só o amor nos condena.
Guardo para mim o que foi nosso,
um jeito de amar tão inocente,
caminhando pela rua hoje posso
dizer que te amei loucamente.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Eu, apenas
Sou poeira de um caminho
que não voltas a pisar,
perdido no teu carinho,
na loucura de te amar.
Ao passar da tempestade
este tormento magoado,
pede à minha saudade
que não voltes para meu lado.
As ruas em segredo,
teimam em chamar por mim.
Pois até elas têm medo,
da solidão que trás o fim.
Esse teu falso coração
vai batendo docemente
e a porta da solidão
ficou o meu tão cegamente.
Já não ligas as palavras
se as vês não sei,
sei que os beijos que me davas
nunca mais eu te darei.
Não me queiras enganar,
apaga-me da tua memória,
se sabes o que é amar
deixa-me apenas na tua história.
que não voltas a pisar,
perdido no teu carinho,
na loucura de te amar.
Ao passar da tempestade
este tormento magoado,
pede à minha saudade
que não voltes para meu lado.
As ruas em segredo,
teimam em chamar por mim.
Pois até elas têm medo,
da solidão que trás o fim.
Esse teu falso coração
vai batendo docemente
e a porta da solidão
ficou o meu tão cegamente.
Já não ligas as palavras
se as vês não sei,
sei que os beijos que me davas
nunca mais eu te darei.
Não me queiras enganar,
apaga-me da tua memória,
se sabes o que é amar
deixa-me apenas na tua história.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Entre linhas
Tão longe, tão distantes...
Nossos olhares sem se cruzar,
sinto falta dos instantes
e da doçura desse olhar.
Nada será como outrora,
não te iludas meu amor, eu sei.
Nestas palavras que vives agora,
descansa pois são tuas, eu dei.
Têm todo o carinho do mundo,
talvez assim tenhas sentido...
Tudo te dei do mais profundo
que sinto e tenho vivido.
Têm um tom de saudade
neste compor tão indulgente,
dói às vezes é verdade
já não saber da gente.
Este meu sentir que se estende
para além do tempo e da razão,
é o teu olhar que me prende
as portas do teu coração.
Sou um louco apaixonado,
não sei ser de outra maneira.
Para quem está ao meu lado
assim serei a vida inteira.
Não quero razões nem motivo
para o qual te foste embora,
no querer desprender ainda vivo
a querer ver-te a toda a hora.
Corro as ruas da noite escura
onde as lembranças embalam,
o sentimento que como loucura
só ao teu lado se calam.
Caminho pelas ruas, onde contigo,
passei nem que por breves momentos
e os sentimentos que trago comigo
vão no coração e nos pensamentos.
Levo-te comigo, minha companhia,
no compassar de todas as horas,
acompanhado pela espera tardia,
do teu chegar, amor porque demoras...
Nossos olhares sem se cruzar,
sinto falta dos instantes
e da doçura desse olhar.
Nada será como outrora,
não te iludas meu amor, eu sei.
Nestas palavras que vives agora,
descansa pois são tuas, eu dei.
Têm todo o carinho do mundo,
talvez assim tenhas sentido...
Tudo te dei do mais profundo
que sinto e tenho vivido.
Têm um tom de saudade
neste compor tão indulgente,
dói às vezes é verdade
já não saber da gente.
Este meu sentir que se estende
para além do tempo e da razão,
é o teu olhar que me prende
as portas do teu coração.
Sou um louco apaixonado,
não sei ser de outra maneira.
Para quem está ao meu lado
assim serei a vida inteira.
Não quero razões nem motivo
para o qual te foste embora,
no querer desprender ainda vivo
a querer ver-te a toda a hora.
Corro as ruas da noite escura
onde as lembranças embalam,
o sentimento que como loucura
só ao teu lado se calam.
Caminho pelas ruas, onde contigo,
passei nem que por breves momentos
e os sentimentos que trago comigo
vão no coração e nos pensamentos.
Levo-te comigo, minha companhia,
no compassar de todas as horas,
acompanhado pela espera tardia,
do teu chegar, amor porque demoras...
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