O que faço a esta tristeza?
A esta dor que há em mim?
Não me questiones,
não me faças falar,
deixa-me estar só com este sentimento.
As rimas já não saem,
já não sei dos meus versos.
Tudo o que tinha e não tinha
foi-se com o passar do tempo.
Já não sei sequer de mim,
esta dor consome a alma
sem saber se há fim
este aperto que não acalma.
Quero sair deste mundo
já que não suporto a dor de viver,
para que trazer um sentimento profundo
na insignificante forma de o ter.
Já custa até a respiração,
este peso no peito que trago,
que mal fiz eu ao meu coração
para estar assim tão magoado.
Se um dia eu partir,
lembra-te que fui memória esquecida,
que trouxe à minha forma de sentir,
a minha actual forma de vida.
Já não sou como outrora
pois o tempo passa e magoa,
o vento vai passando lá fora
e ao meu ouvido soa,
que a minha alma doente
tem uma doença que não sara,
é a doença de ter presente
estas lembranças que à tristeza me agarra.
E já que me levas-te tudo
leva-me por piedade a vida,
é muito a dor de sentir cá no fundo
a dor de estar assim de alma perdida.
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Cintilante
Sem saber, sabendo que sabias
que em mim existia
muito mais do que eu via
será que eras e és a única que vias.
De todas as estrelas no céu
és como uma estrela guia.
Olhar para a Lua lá no alto,
à espreita de uma paixão enlouquecida
momentos de vida,
na forma de dizer e fazer
vou entendendo, o que dizes
e para onde olhas para me enlouquecer.
Olha-me e esse olhar
penetra-me na mente,
não quer nem um segundo parar
no meu consciente.
Penso e volto a ver que não esqueço,
não me deste a morada
vou prosseguindo sem saber o endereço,
num caminho que dou o devido apreço.
Já vou sabendo que a vida,
tece os caminhos e por mais
que queria, ter a cabeça decidida
vou passando por caminhos tais
que deixam a minha mente feliz,
ainda digo, que sou quem sou
vou sendo apenas um aprendiz.
Aprendo muito com os vários tons,
brilhantes e cintilantes,
vou ouvindo vários sons
lembro-me do teu olhar depois do antes.
Um encontro inesperado,
foi bom, não tenhas dúvidas.
No mais que tenho pensado
encontro-te em todas as vidas.
que em mim existia
muito mais do que eu via
será que eras e és a única que vias.
De todas as estrelas no céu
és como uma estrela guia.
Olhar para a Lua lá no alto,
à espreita de uma paixão enlouquecida
momentos de vida,
na forma de dizer e fazer
vou entendendo, o que dizes
e para onde olhas para me enlouquecer.
Olha-me e esse olhar
penetra-me na mente,
não quer nem um segundo parar
no meu consciente.
Penso e volto a ver que não esqueço,
não me deste a morada
vou prosseguindo sem saber o endereço,
num caminho que dou o devido apreço.
Já vou sabendo que a vida,
tece os caminhos e por mais
que queria, ter a cabeça decidida
vou passando por caminhos tais
que deixam a minha mente feliz,
ainda digo, que sou quem sou
vou sendo apenas um aprendiz.
Aprendo muito com os vários tons,
brilhantes e cintilantes,
vou ouvindo vários sons
lembro-me do teu olhar depois do antes.
Um encontro inesperado,
foi bom, não tenhas dúvidas.
No mais que tenho pensado
encontro-te em todas as vidas.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Tua mão
Nada de preocupante
o que se vê na tua mão,
o sinal pleno
do bom início
de uma relação.
De amizade,
não há confusões,
há lições que se devem tirar.
Não há nada de incorrecto,
vivo num sentido aberto
mas sempre com rumo certo
para não me enganar.
Conclusões, nem no início,
não é esse o meu ofício,
gosto mais de sonhar.
O sonho não é mal,
é apenas um sinal
que não deixas-te de ser criança,
nos teus olhos a esperança
é uma menina a brincar.
Melodias, sintonias,
são directas e indiscretas
mas ficas a pensar.
Num abraço sentido
de poucos que tenho tido,
vai fluindo inspiração,
na ponta da caneta
e mesmo que digam:
- "Estás noutro planeta!!!"
prossigo com a canção.
O que se vê na tua mão
é ternura e encanto,
teu sorriso na minha imaginação
dá inspiração
aos versos que canto.
o que se vê na tua mão,
o sinal pleno
do bom início
de uma relação.
De amizade,
não há confusões,
há lições que se devem tirar.
Não há nada de incorrecto,
vivo num sentido aberto
mas sempre com rumo certo
para não me enganar.
Conclusões, nem no início,
não é esse o meu ofício,
gosto mais de sonhar.
O sonho não é mal,
é apenas um sinal
que não deixas-te de ser criança,
nos teus olhos a esperança
é uma menina a brincar.
Melodias, sintonias,
são directas e indiscretas
mas ficas a pensar.
Num abraço sentido
de poucos que tenho tido,
vai fluindo inspiração,
na ponta da caneta
e mesmo que digam:
- "Estás noutro planeta!!!"
prossigo com a canção.
O que se vê na tua mão
é ternura e encanto,
teu sorriso na minha imaginação
dá inspiração
aos versos que canto.
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