...mediocre...
terça-feira, 30 de novembro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Até as cinzas.
Para nunca mais voltar,
lembrem se de mim quando a brisa passar,
o vento levar, as memórias de outrora.
O passado, o presente, o aqui e o agora.
Sou mal, sou péssimo, egoísta e vagabundo,
culpado do meu silêncio que quis tirar alguém do fundo.
Levo comigo as memórias de um tempo que passou,
recordações das pedras que os meus pés tatuou,
lembranças de um sorriso que foi não voltou.
Um dia quando tudo for cinzas, voltarei,
para dizer apenas que vos levei na memória.
Que a cada dia que passou,
que um de nós passou, parou, olhou e...
Encheram de lágrimas os olhos
das lembranças e memórias,
do orgulho frio e vazio que bloqueia o caminhar.
Vou continuar o meu caminho
sem saber o que fazer, dizer ou sentir.
Essas palavras vão me ficar guardadas no peito,
na doce forma de existir, lembrando fragmentos
melódicos que conquistavam a multidão.
Esta sempre guardadas, acredites ou não,
dentro do menor que é o meu coração.
Sou nada, sou ninguém,
sou mentira, sou verdade,
sou ódio, sou pesadelos,
sou cinza e escombros.
Continuo a existir por haver lembranças.
lembrem se de mim quando a brisa passar,
o vento levar, as memórias de outrora.
O passado, o presente, o aqui e o agora.
Sou mal, sou péssimo, egoísta e vagabundo,
culpado do meu silêncio que quis tirar alguém do fundo.
Levo comigo as memórias de um tempo que passou,
recordações das pedras que os meus pés tatuou,
lembranças de um sorriso que foi não voltou.
Um dia quando tudo for cinzas, voltarei,
para dizer apenas que vos levei na memória.
Que a cada dia que passou,
que um de nós passou, parou, olhou e...
Encheram de lágrimas os olhos
das lembranças e memórias,
do orgulho frio e vazio que bloqueia o caminhar.
Vou continuar o meu caminho
sem saber o que fazer, dizer ou sentir.
Essas palavras vão me ficar guardadas no peito,
na doce forma de existir, lembrando fragmentos
melódicos que conquistavam a multidão.
Esta sempre guardadas, acredites ou não,
dentro do menor que é o meu coração.
Sou nada, sou ninguém,
sou mentira, sou verdade,
sou ódio, sou pesadelos,
sou cinza e escombros.
Continuo a existir por haver lembranças.
sábado, 3 de julho de 2010
Metade
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflicta em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer
Porque metade de mim é a plateia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflicta em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer
Porque metade de mim é a plateia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
** Nenhum texto me define tão bem quanto este
Será
Será que me vês aos olhos que todos os dias te vejo,
quando tudo parece escuro e os meus olhos se fecham,
para mais uma noite de sono que sonho contigo.
Fim...
quando tudo parece escuro e os meus olhos se fecham,
para mais uma noite de sono que sonho contigo.
Fim...
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Seria diferente
E a pouco e pouco calava-me a voz...
Criei num meio cheio, um vazio na minha alma
para preencher os vossos tempos
e trazer a minha calma...
Escondi-me dentro daquilo que não era,
para que no meio da primavera caminhasse
junto de vós.
Quando gritava "somos nós"
eram vocês e esta criação, e não,
eu, o meu eu e o meu coração.
Chegou a verdade e não a despedida,
posso não ter sido sincero em algum momento de vida
mas quem olhou bem no fundo,
viu e descobriu que na verdade ali morava alguém,
não a minha criação mas sim o que estava mais além.
No fundo sempre sonhamos, e o "deixar de sonhar"
é o sonho de não sofrer,
talvez uma das minhas maiores verdades,
que, saiu do meu eu...
e essa realidade de mim já se escondeu.
Um dia tinha de ser, um dia sabia que iria doer.
Quanto vale um sonho ao sonho de não sofrer.
"Eu fui o culpado"
eu tenho culpa de não me ter mostrado,
mas quando era "eu" sempre fui sozinho
pois nunca ninguém compreendeu os meus sonhos de menino...
Até que alguém chegou, partiu
e depois mostrou...
Que eu sou livre de voar e acreditar
que quem sabe quem eu sou, sabe o sentido do verbo amar...
para sofrer e aprender, não vale a pena voar
mas sim voar para aprender.
Quem me dera ter voado,
mas contigo ao meu lado...
Criei num meio cheio, um vazio na minha alma
para preencher os vossos tempos
e trazer a minha calma...
Escondi-me dentro daquilo que não era,
para que no meio da primavera caminhasse
junto de vós.
Quando gritava "somos nós"
eram vocês e esta criação, e não,
eu, o meu eu e o meu coração.
Chegou a verdade e não a despedida,
posso não ter sido sincero em algum momento de vida
mas quem olhou bem no fundo,
viu e descobriu que na verdade ali morava alguém,
não a minha criação mas sim o que estava mais além.
No fundo sempre sonhamos, e o "deixar de sonhar"
é o sonho de não sofrer,
talvez uma das minhas maiores verdades,
que, saiu do meu eu...
e essa realidade de mim já se escondeu.
Um dia tinha de ser, um dia sabia que iria doer.
Quanto vale um sonho ao sonho de não sofrer.
"Eu fui o culpado"
eu tenho culpa de não me ter mostrado,
mas quando era "eu" sempre fui sozinho
pois nunca ninguém compreendeu os meus sonhos de menino...
Até que alguém chegou, partiu
e depois mostrou...
Que eu sou livre de voar e acreditar
que quem sabe quem eu sou, sabe o sentido do verbo amar...
para sofrer e aprender, não vale a pena voar
mas sim voar para aprender.
Quem me dera ter voado,
mas contigo ao meu lado...
E mais.
Talvez fosse brincadeira a maneira que,
deixava fluir as palavras encanto traçava
um destino sem rumo,
mas eu assumo calado, que, o outro lado do meu fado
no meu pretérito ficava.
Já não havia espaço para atar o laço
mas as minhas palavras justificava,
tudo o que disse fugindo ao silêncio
não me convenço que seria diferente.
Continuo ausente do presente
que me quis encaixar.
Onde será que eu ia parar...
Talvez parasse onde não pudesse sonhar,
quando o sonho já se torna dor,
pensão eles que é por favor,
mas nunca foi...
Quando houver partida ficaram lembranças....
pois este meu mundo é vazio,
onde quase nunca ninguém existiu...
E mais não me pronuncio...
deixava fluir as palavras encanto traçava
um destino sem rumo,
mas eu assumo calado, que, o outro lado do meu fado
no meu pretérito ficava.
Já não havia espaço para atar o laço
mas as minhas palavras justificava,
tudo o que disse fugindo ao silêncio
não me convenço que seria diferente.
Continuo ausente do presente
que me quis encaixar.
Onde será que eu ia parar...
Talvez parasse onde não pudesse sonhar,
quando o sonho já se torna dor,
pensão eles que é por favor,
mas nunca foi...
Quando houver partida ficaram lembranças....
pois este meu mundo é vazio,
onde quase nunca ninguém existiu...
E mais não me pronuncio...
terça-feira, 15 de junho de 2010
Também fui desilusão...
Ainda sabia que seria longe para ser alcançado
mas não tão longe, quando à distância
daquilo que não fizeste mas tens cobrado.
Dentro de tantas certezas, a incerteza dos teus actos
é o que me tem consolado...
Lutei para que fosse diferente
já sabes, tenho poucas palavras e tornei-me ausente,
continuo aqui no mesmo lugar
onde por um passo de magia
não me procuraste mas eu soube te encontrar.
Os ''meus'' fantasmas, são a única ilusão real que tenho como companhia,
conhecem os passos que ninguém se deu para conhecer
fazendo companhia nas ruas frias e vazias.
Também tenho na balança os outros pesos...
não há que preocupar quanto a isso
sei que errei e admito quando for preciso,
deixa que ''eu'' não vejo tudo pelo lado negativo.
Quando tenho escondido de tudo e de todos
as dores que me causam lágrimas que me caem
no rosto ''sozinho'',
talvez ainda seja fácil dar um sorriso...
Não me mata a morte que a todos há de levar,
se eu não de-se mais que ''benefícios''
não voltaria ao mesmo lugar.
Mas continuo em silêncio
para que ninguém saiba da dor
e venha atrás por pena ou caridade,
quanto vale o valor da liberdade?
Pode doer menos ou no mesmo par de igualdade,
quando por uma lágrima viria-se a matar.
e por um pedido deu se voltas à ''gravidade''
eu continuo aqui... Mas se estou a ser injusto
quando o único equilíbrio que pedi não se pode alcançar
''Mais vale partir, para nunca mais voltar''
Mesmo assim ''eu''...
continuo aqui... no mesmo lugar...
não são julgamentos,
não somos ''maus'', são sentimentos...
ainda vamos a tempo de mudar
não serão argumentos que fará a mudança,
são "ACTOS INJUSTIFICÁVEIS" que abrirão portas à ''esperança''
(mudança de pensamentos)
por mim não mas por alguns ''perdida''.
mas não tão longe, quando à distância
daquilo que não fizeste mas tens cobrado.
Dentro de tantas certezas, a incerteza dos teus actos
é o que me tem consolado...
Lutei para que fosse diferente
já sabes, tenho poucas palavras e tornei-me ausente,
continuo aqui no mesmo lugar
onde por um passo de magia
não me procuraste mas eu soube te encontrar.
Os ''meus'' fantasmas, são a única ilusão real que tenho como companhia,
conhecem os passos que ninguém se deu para conhecer
fazendo companhia nas ruas frias e vazias.
Também tenho na balança os outros pesos...
não há que preocupar quanto a isso
sei que errei e admito quando for preciso,
deixa que ''eu'' não vejo tudo pelo lado negativo.
Quando tenho escondido de tudo e de todos
as dores que me causam lágrimas que me caem
no rosto ''sozinho'',
talvez ainda seja fácil dar um sorriso...
Não me mata a morte que a todos há de levar,
se eu não de-se mais que ''benefícios''
não voltaria ao mesmo lugar.
Mas continuo em silêncio
para que ninguém saiba da dor
e venha atrás por pena ou caridade,
quanto vale o valor da liberdade?
Pode doer menos ou no mesmo par de igualdade,
quando por uma lágrima viria-se a matar.
e por um pedido deu se voltas à ''gravidade''
eu continuo aqui... Mas se estou a ser injusto
quando o único equilíbrio que pedi não se pode alcançar
''Mais vale partir, para nunca mais voltar''
Mesmo assim ''eu''...
continuo aqui... no mesmo lugar...
não são julgamentos,
não somos ''maus'', são sentimentos...
ainda vamos a tempo de mudar
não serão argumentos que fará a mudança,
são "ACTOS INJUSTIFICÁVEIS" que abrirão portas à ''esperança''
(mudança de pensamentos)
por mim não mas por alguns ''perdida''.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Muitos sentidos.
Ouvi os teus passos cada vez mais distante,
a tua voz já não consolava-me os ouvidos
como dantes,
as ruas ficaram frias e vazias,
tal como diziam as bocas mais sábias
da minha própria sabedoria.
Onde te escondes, já não sinto o teu perfume.
Será que estás onde, a paixão, outrora era 'lume'
ou deixaste-te queimar, no fogo de uma ilusão,
que, diferindo de mim, não te soube amar.
Chamei à noite por ti tantas vezes,
nunca hei de parar,
voz como amor, que nunca à de acabar,
na esperança de que chamando por ti, um dia hás-de voltar.
Aquele lado brilha mais, é mais feliz e iluminado,
pelo brilho do teu olhar que se esconde do outro lado.
Abrem-se as portas e as janelas por onde passo,
não dou por elas abertas e envolvido no meu cansaço,
vou 'dando de beber à dor' totalmente embriagado.
Restam os fragmentos de dor, no meu peito destruído,
ainda há restos de verdade, a que à mágoa,
deu mais sentido.
Mais valia viver e nunca ter vivido.
Desapareço entre as palavras,
onde não sou visto,
se disse mais do que ouvis-te,
então não deveria ter dito.
Guardo dento de mim tudo o que vejo e não digo,
guardas em ti tudo o que sentes, num segredo bem escondido.
Arranca-me do peito o coração, meu bem,
mas não te esqueças estás dentro dele
e se o matas morres também.
Passos passam por mim,
chamam-me e eu não vou,
fico aqui até ao fim,
na esperança de ver-te chegar,
não tenhas pena do meu sofrer,
se não vens por amor,
então deixa-me morrer.
Morrerei feliz sem queixume,
no gélido frio sem o teu 'lume'.
a tua voz já não consolava-me os ouvidos
como dantes,
as ruas ficaram frias e vazias,
tal como diziam as bocas mais sábias
da minha própria sabedoria.
Onde te escondes, já não sinto o teu perfume.
Será que estás onde, a paixão, outrora era 'lume'
ou deixaste-te queimar, no fogo de uma ilusão,
que, diferindo de mim, não te soube amar.
Chamei à noite por ti tantas vezes,
nunca hei de parar,
voz como amor, que nunca à de acabar,
na esperança de que chamando por ti, um dia hás-de voltar.
Aquele lado brilha mais, é mais feliz e iluminado,
pelo brilho do teu olhar que se esconde do outro lado.
Abrem-se as portas e as janelas por onde passo,
não dou por elas abertas e envolvido no meu cansaço,
vou 'dando de beber à dor' totalmente embriagado.
Restam os fragmentos de dor, no meu peito destruído,
ainda há restos de verdade, a que à mágoa,
deu mais sentido.
Mais valia viver e nunca ter vivido.
Desapareço entre as palavras,
onde não sou visto,
se disse mais do que ouvis-te,
então não deveria ter dito.
Guardo dento de mim tudo o que vejo e não digo,
guardas em ti tudo o que sentes, num segredo bem escondido.
Arranca-me do peito o coração, meu bem,
mas não te esqueças estás dentro dele
e se o matas morres também.
Passos passam por mim,
chamam-me e eu não vou,
fico aqui até ao fim,
na esperança de ver-te chegar,
não tenhas pena do meu sofrer,
se não vens por amor,
então deixa-me morrer.
Morrerei feliz sem queixume,
no gélido frio sem o teu 'lume'.
sábado, 1 de maio de 2010
...
Se ouvisse todas as palavras que não me dizes,
se em sonho viesses dize-me ao ouvido
tudo aquilo que eu quisesse ouvir de ti,
aquilo que tens de mais escondido no peito
não seria diferente, talvez me falte o dom e jeito.
Se eu tivesse apenas mais um pouco de tempo,
conseguisse aproveitar mais o momento,
dizia-te as palavras que já vão soltas pelo vento,
tudo o que sinto e fica em mim escondido.
Brisas de vento e um grito perdido,
ao por-do-sol num doce entardecer,
não me mates o coração pois estás dentro dele
e doía imenso ver-te morrer.
Já lá vão os sonhos que em noites em claro,
sonhei que te via, sonhei acordado.
Entre pedassos de memórias
entre os dias de luta e os dis de glória,
vou escrevendo novas histórias
num só livro que levo comigo.
se em sonho viesses dize-me ao ouvido
tudo aquilo que eu quisesse ouvir de ti,
aquilo que tens de mais escondido no peito
não seria diferente, talvez me falte o dom e jeito.
Se eu tivesse apenas mais um pouco de tempo,
conseguisse aproveitar mais o momento,
dizia-te as palavras que já vão soltas pelo vento,
tudo o que sinto e fica em mim escondido.
Brisas de vento e um grito perdido,
ao por-do-sol num doce entardecer,
não me mates o coração pois estás dentro dele
e doía imenso ver-te morrer.
Já lá vão os sonhos que em noites em claro,
sonhei que te via, sonhei acordado.
Entre pedassos de memórias
entre os dias de luta e os dis de glória,
vou escrevendo novas histórias
num só livro que levo comigo.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Foi ou seria...
Talvez fosse ouvido de longe,
quando se ouve de perto,
um louco vago que se esconde,
em um caminho incerto.
Podia correr a 342 m/segundo,
num grito calado que ninguém entende,
talvez quisesse ir mais ao fundo,
no vosso 'eu' e no meu presente.
Fiquei à espera, esperei muito tempo.
Andei pelas ruas espalhando sentimentos,
de tanto esperar fui levado pelo vento,
onde aprendi mais, fui dono dos momentos.
Sozinho, fui me deixando levar nas palavras,
que hoje não tem qualquer significado,
estão guardadas na memória
e vivem ao teu lado.
Onde estás guardada dentro de mim,
em um puro lugar que não tem fim,
as minhas palavras ja estão gravadas
onde valem tudo ou não valem nada.
Pura, a loucura, descontrolada,
de uma mente que vagueia,
dentro do seu signifícado,
são memórias de um passado.
Quando foi a ultima vez que olhei?
Qual foi a ultima vez que admirei?
O teu gesto mais sincero escondido,
sou vivido, nem metade sou do que serei.
Quando o teu olhar se cruzar com o meu
num dia nublado ou à luz de um candieiro
que ao fim da noite já vai apagado
se passares por aqui
ou se viver ao teu lado.
Será que ainda resta dentro de ti
signíficado daquilo que sou?
será que resta algo do que fui?
será que a minha alma já voou
de dentro do jardim que a tua alma possui?
Quem sou eu aqui,
sou alguém ou nunca vivi?
como petalas secas, caem pedassos do meu peito,
vivo como vivo, vivo do meu jeito.
quando se ouve de perto,
um louco vago que se esconde,
em um caminho incerto.
Podia correr a 342 m/segundo,
num grito calado que ninguém entende,
talvez quisesse ir mais ao fundo,
no vosso 'eu' e no meu presente.
Fiquei à espera, esperei muito tempo.
Andei pelas ruas espalhando sentimentos,
de tanto esperar fui levado pelo vento,
onde aprendi mais, fui dono dos momentos.
Sozinho, fui me deixando levar nas palavras,
que hoje não tem qualquer significado,
estão guardadas na memória
e vivem ao teu lado.
Onde estás guardada dentro de mim,
em um puro lugar que não tem fim,
as minhas palavras ja estão gravadas
onde valem tudo ou não valem nada.
Pura, a loucura, descontrolada,
de uma mente que vagueia,
dentro do seu signifícado,
são memórias de um passado.
Quando foi a ultima vez que olhei?
Qual foi a ultima vez que admirei?
O teu gesto mais sincero escondido,
sou vivido, nem metade sou do que serei.
Quando o teu olhar se cruzar com o meu
num dia nublado ou à luz de um candieiro
que ao fim da noite já vai apagado
se passares por aqui
ou se viver ao teu lado.
Será que ainda resta dentro de ti
signíficado daquilo que sou?
será que resta algo do que fui?
será que a minha alma já voou
de dentro do jardim que a tua alma possui?
Quem sou eu aqui,
sou alguém ou nunca vivi?
como petalas secas, caem pedassos do meu peito,
vivo como vivo, vivo do meu jeito.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Caminham Incertos?
Onde se esconde minha alma vazia,
onde se encontra minha alma fria,
cheia de tristezas e poucas alegrias,
segue sem luz na noite sombria.
Onde estás? Para onde foste?
Não sei quem és, nem de onde vens,
não sei como pisas, nem o que tens.
Vai distante a memória
que me lembra de ti,
não sei se te conheço ou se te esqueci,
com meu destino incerto não sei se te vi,
sobra me só a lembrança do que te ofereci.
Tudo o que eu tinha nas mãos,
escorreram como água rumo ao chão,
perderam-se os sonhos de futuro
vivem do fruto maduro,
desprezam-no ao apodrecer,
esquecem se os céus quando anoitece,
lembram-se do céu ao anoitecer.
Confusos, caminham em linhas tortas,
sem saber o que fazer às almas já mortas,
mortas de desgostos e desilusões,
que as vivas almas proporcionam aos seus corações.
Andando sem rumo e sem destino,
apenas quero seguir o meu caminho,
a minha alma à muito já morta,
segue fria sobre a linha torta.
talvez como uma Félix renasça das cinzas,
aguarela pintada a várias tintas.
Só te peço para que não mintas
e olhes para ti antes de dizeres que sou diferente,
apenas tenho uma visão,
diferente de outros tipos de gente.
Se sabes do que falo,
não digas que és igual a mim,
acredita apenas que a nossa alma não tem fim.
Se ficas-te confuso, não digas que não sabes nada,
tira como conclusão que não andamos na mesma estrada.
Mas se compreendes-te tudo o que digo,
então podes dizer : - Sou teu amigo.
Se achas-te apenas uma barbaridade,
acredita que talvez não tenhamos a mesma idade.
Esta velha alma cansada de andar,
caminhou por ruas onde também podes caminhar.
Só queria que um dia soubesses verdadeiramente,
o sentido do verbo respeitar...
Também desrespeitei não fico impune,
por este sentimento que também nos une.
Porém nunca tive essa intenção,
levo mais que palavras, levo um coração.
Será que não vês, não entendes?
Diz-me então apenas o que sentes.
Se te toquei na ferida peço desculpa,
não era a minha intenção,
a minha consciência vagueia,
por todo lado, até por onde deitas a mão.
O que é feito de ti, se nem tu próprio
minimamente te conheces,
não quer dizer que respeito não mereces.
Onde se esconde os teus medos?
Dentro dos teus olhos e nos teus segredos.
Onde se esconde a tua voz?
Num sítio vazio, onde nunca estivemos a sós.
As minhas almas caminham comigo,
não vale a pena dizeres que caminham contigo.
Apenas eu sei porque o digo,
o maior dos segredos que sigo,
não passa por entre os dedos nem pelo que digo...
onde se encontra minha alma fria,
cheia de tristezas e poucas alegrias,
segue sem luz na noite sombria.
Onde estás? Para onde foste?
Não sei quem és, nem de onde vens,
não sei como pisas, nem o que tens.
Vai distante a memória
que me lembra de ti,
não sei se te conheço ou se te esqueci,
com meu destino incerto não sei se te vi,
sobra me só a lembrança do que te ofereci.
Tudo o que eu tinha nas mãos,
escorreram como água rumo ao chão,
perderam-se os sonhos de futuro
vivem do fruto maduro,
desprezam-no ao apodrecer,
esquecem se os céus quando anoitece,
lembram-se do céu ao anoitecer.
Confusos, caminham em linhas tortas,
sem saber o que fazer às almas já mortas,
mortas de desgostos e desilusões,
que as vivas almas proporcionam aos seus corações.
Andando sem rumo e sem destino,
apenas quero seguir o meu caminho,
a minha alma à muito já morta,
segue fria sobre a linha torta.
talvez como uma Félix renasça das cinzas,
aguarela pintada a várias tintas.
Só te peço para que não mintas
e olhes para ti antes de dizeres que sou diferente,
apenas tenho uma visão,
diferente de outros tipos de gente.
Se sabes do que falo,
não digas que és igual a mim,
acredita apenas que a nossa alma não tem fim.
Se ficas-te confuso, não digas que não sabes nada,
tira como conclusão que não andamos na mesma estrada.
Mas se compreendes-te tudo o que digo,
então podes dizer : - Sou teu amigo.
Se achas-te apenas uma barbaridade,
acredita que talvez não tenhamos a mesma idade.
Esta velha alma cansada de andar,
caminhou por ruas onde também podes caminhar.
Só queria que um dia soubesses verdadeiramente,
o sentido do verbo respeitar...
Também desrespeitei não fico impune,
por este sentimento que também nos une.
Porém nunca tive essa intenção,
levo mais que palavras, levo um coração.
Será que não vês, não entendes?
Diz-me então apenas o que sentes.
Se te toquei na ferida peço desculpa,
não era a minha intenção,
a minha consciência vagueia,
por todo lado, até por onde deitas a mão.
O que é feito de ti, se nem tu próprio
minimamente te conheces,
não quer dizer que respeito não mereces.
Onde se esconde os teus medos?
Dentro dos teus olhos e nos teus segredos.
Onde se esconde a tua voz?
Num sítio vazio, onde nunca estivemos a sós.
As minhas almas caminham comigo,
não vale a pena dizeres que caminham contigo.
Apenas eu sei porque o digo,
o maior dos segredos que sigo,
não passa por entre os dedos nem pelo que digo...
domingo, 4 de abril de 2010
Por onde anda...
Ver-te só ao ver-te chegar,
confundir a luz com o sol
e o sol com o luar,
quando ainda me sinto,
do lado de lá.
nunca se perde a vontade,
fugindo à realidade
daquele nosso lugar,
será que ao ter-te perto
estarias mais longe,
mais perto te tenho
ao ter a memória que não foge.
É apagar a chama com gasolina,
seres mais que meu vício, heroína,
dos dias mais completos com o teu abraço,
já que em tudo o que faço,
tem um toque teu,
o teu amor num eu
que voltou a viver,
a sonhar e querer ter,
sempre a tua companhia
minha doce magia,
luz e fogo dos meus dias,
e a maior alegria
encontra-se no teu olhar,
onde o meu coração se perdeu,
e encontra-se a voar,
flutua nos teus braços
sem querer parar.
Todos os dias, são dias para sorrir,
sorri hoje para mim pois amanhã
não sei se estarei aqui,
mesmo que estiver ontem posso dizer te vi,
feliz como um pássaro que voa,
e se não te vi a saudade soa
à doce vontade de ter-te por perto,
à amarga solidão da tua distância neste deserto...
confundir a luz com o sol
e o sol com o luar,
quando ainda me sinto,
do lado de lá.
nunca se perde a vontade,
fugindo à realidade
daquele nosso lugar,
será que ao ter-te perto
estarias mais longe,
mais perto te tenho
ao ter a memória que não foge.
É apagar a chama com gasolina,
seres mais que meu vício, heroína,
dos dias mais completos com o teu abraço,
já que em tudo o que faço,
tem um toque teu,
o teu amor num eu
que voltou a viver,
a sonhar e querer ter,
sempre a tua companhia
minha doce magia,
luz e fogo dos meus dias,
e a maior alegria
encontra-se no teu olhar,
onde o meu coração se perdeu,
e encontra-se a voar,
flutua nos teus braços
sem querer parar.
Todos os dias, são dias para sorrir,
sorri hoje para mim pois amanhã
não sei se estarei aqui,
mesmo que estiver ontem posso dizer te vi,
feliz como um pássaro que voa,
e se não te vi a saudade soa
à doce vontade de ter-te por perto,
à amarga solidão da tua distância neste deserto...
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Louco...
Meu coração pertence,
aquela que o conquistou,
arrancou-o do meu peito
e no seu o colocou.
Trancado a sete chaves,
não voa como aves,
à procura de um ninho,
sempre voou baixinho
e no coração dela parou.
Pois ela preparou
o mais doce aconchego,
trouxe a paz e o sossego,
a esta alma atormentada,
hoje sou tudo...
antes dela nada.
foi quem deu sentido,
aos anos de vida vividos,
ao luar ao anoitecer,
ensinou-me e fez-me crescer,
dentro de um mundo desconhecido,
levo a certeza que nunca serei esquecido,
da memória que nos juntou.
Do sonho que connosco sonhou,
e ainda hoje sonha,
pois nunca terá fim,
este amor que para mim,
é vida, é o amanhecer,
de um sonho que sonhei contigo
e libertou-me da dor,
onde não deixei de ser amigo
mas passei a ser amor...
aquela que o conquistou,
arrancou-o do meu peito
e no seu o colocou.
Trancado a sete chaves,
não voa como aves,
à procura de um ninho,
sempre voou baixinho
e no coração dela parou.
Pois ela preparou
o mais doce aconchego,
trouxe a paz e o sossego,
a esta alma atormentada,
hoje sou tudo...
antes dela nada.
foi quem deu sentido,
aos anos de vida vividos,
ao luar ao anoitecer,
ensinou-me e fez-me crescer,
dentro de um mundo desconhecido,
levo a certeza que nunca serei esquecido,
da memória que nos juntou.
Do sonho que connosco sonhou,
e ainda hoje sonha,
pois nunca terá fim,
este amor que para mim,
é vida, é o amanhecer,
de um sonho que sonhei contigo
e libertou-me da dor,
onde não deixei de ser amigo
mas passei a ser amor...
terça-feira, 30 de março de 2010
Montanha 2
É alta a barreira, é alto o preço da vida,
que levo por onde ninguém passa,
as pedras que piso cantam as suas desgraças,
pelas ruas ouve-se lamentos e ameaças,
mas ninguém ouve nada,
pois é longa a estrada,
para chegar até ao alto,
não se chega com um salto,
mas minha ânsia de chegar,
dentro de outras razões,
é ver um sorriso e um brilho no olhar.
Não me custa a íngreme caminhada
e o pico da descida,
embala a minha alma,
para mais um minuto de vida,
tenho em segredo escondida,
meus segredos e o medo da partida,
faz bater forte no peito,
coração na forma desconhecida,
sai da forma natural,
a sua leve batida,
nada está aqui,
aqui não tenho nada,
esta estranha forma de viver,
prolonga-se pela madrugada.
A felicidade só se encontra,
se fugir da forma estranha,
a felicidade está,
do outro lado da montanha...
que levo por onde ninguém passa,
as pedras que piso cantam as suas desgraças,
pelas ruas ouve-se lamentos e ameaças,
mas ninguém ouve nada,
pois é longa a estrada,
para chegar até ao alto,
não se chega com um salto,
mas minha ânsia de chegar,
dentro de outras razões,
é ver um sorriso e um brilho no olhar.
Não me custa a íngreme caminhada
e o pico da descida,
embala a minha alma,
para mais um minuto de vida,
tenho em segredo escondida,
meus segredos e o medo da partida,
faz bater forte no peito,
coração na forma desconhecida,
sai da forma natural,
a sua leve batida,
nada está aqui,
aqui não tenho nada,
esta estranha forma de viver,
prolonga-se pela madrugada.
A felicidade só se encontra,
se fugir da forma estranha,
a felicidade está,
do outro lado da montanha...
quarta-feira, 24 de março de 2010
Montanha 1
O que fazes tu do outro lado da montanha,
diz-me quem perdeu neste mundo que ninguém ganha,
se foram só palavras,
então não digas mais nada,
pois vão se perder
como o vento sem destino.
Mais valor ao grão ínfimo,
que paira no ar,
não começas, logo, não podes acabar,
não continuarei aqui,
onde não sei se sou feliz
mas sempre no mesmo lugar.
diz-me quem perdeu neste mundo que ninguém ganha,
se foram só palavras,
então não digas mais nada,
pois vão se perder
como o vento sem destino.
Mais valor ao grão ínfimo,
que paira no ar,
não começas, logo, não podes acabar,
não continuarei aqui,
onde não sei se sou feliz
mas sempre no mesmo lugar.
segunda-feira, 22 de março de 2010
...
Quando apenas tenho cinco minutos,
são medos e sustos
são lágrimas e rosas,
poéticas liricístas
tapam todas as vistas,
de um mundo imperfeito.
Obter e manter o amor e o respeito.
Frases incompletas
metamorfoses incompletas,
teorias e semânticas,
quânticas numeradas
de sentimentos e pisadas.
São astutos
os putos
de hoje e de amanhã,
serei fã,
das novas ideologias
minhas nostalgias...
são medos e sustos
são lágrimas e rosas,
poéticas liricístas
tapam todas as vistas,
de um mundo imperfeito.
Obter e manter o amor e o respeito.
Frases incompletas
metamorfoses incompletas,
teorias e semânticas,
quânticas numeradas
de sentimentos e pisadas.
São astutos
os putos
de hoje e de amanhã,
serei fã,
das novas ideologias
minhas nostalgias...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Rusumo resumido.
São escrituras em cima da minha sepultura
E por baixo da minha alma madura continuo a ter um chão.
Metade pedra ou talvez alcatrão,
querem matar-me ou tirar-me o coração?
em vão de letras e versos escondidos
ou apenas remexidos,
alterando-se os sentidos
dando se um lado confuso.
As perdas dos meus parafusos ja se foram
com o passar das vidas,
a minha história já não é consiza,
já não tem consistência
e a minha existencia morre
com o leve morrer dos dias.
Vejo guerra, fome e fogo,
almento o folego
imponho peitos de aço
e em tudo o que eu faço,
deixo uma semente
e a minha mente
ONDE SERÁ QUE ELA ESTÁ.
E por baixo da minha alma madura continuo a ter um chão.
Metade pedra ou talvez alcatrão,
querem matar-me ou tirar-me o coração?
em vão de letras e versos escondidos
ou apenas remexidos,
alterando-se os sentidos
dando se um lado confuso.
As perdas dos meus parafusos ja se foram
com o passar das vidas,
a minha história já não é consiza,
já não tem consistência
e a minha existencia morre
com o leve morrer dos dias.
Vejo guerra, fome e fogo,
almento o folego
imponho peitos de aço
e em tudo o que eu faço,
deixo uma semente
e a minha mente
ONDE SERÁ QUE ELA ESTÁ.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O que esconde...
Do outro lado do horizonte
esconde-se o lado de lá,
por de trás da montanha
põe-se o sol, nasce o luar.
Queria fugir sem ter onde ir,
queria chegar, ver-te a minha frente a sorrir,
mais bela expressão,
da mais pura inocência,
quando sinto a essência
doce da tua pele macia
vicía a mágica magia
a tua viciante presença
que se intensifica a cada dia,
no amargo toque da tua ausência.
Aquilo que é infinito não terá fim,
aquilo que é eterno será para sempre,
para que não haja, fica perto de mim,
seja como for poderá ser sempre assim.
Caminhando nas ruas quando a chuva cai,
a felicidade que fica, a dor que se vai,
pingos de chuva no rosto transportando calma,
alivia-me a alma,
a vontade que salta,
de querer voltar para trás, e não ver-te partir...
agarrar-te nos braços e dizer a sorrir,
fica mais um dia, para poder-te sentir...
esconde-se o lado de lá,
por de trás da montanha
põe-se o sol, nasce o luar.
Queria fugir sem ter onde ir,
queria chegar, ver-te a minha frente a sorrir,
mais bela expressão,
da mais pura inocência,
quando sinto a essência
doce da tua pele macia
vicía a mágica magia
a tua viciante presença
que se intensifica a cada dia,
no amargo toque da tua ausência.
Aquilo que é infinito não terá fim,
aquilo que é eterno será para sempre,
para que não haja, fica perto de mim,
seja como for poderá ser sempre assim.
Caminhando nas ruas quando a chuva cai,
a felicidade que fica, a dor que se vai,
pingos de chuva no rosto transportando calma,
alivia-me a alma,
a vontade que salta,
de querer voltar para trás, e não ver-te partir...
agarrar-te nos braços e dizer a sorrir,
fica mais um dia, para poder-te sentir...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
É assim...
Termo absoluto ao cenário contraditório
de uma vida encaixada em um paradoxo perfeito
desta nova/velha alma que não se consegue libertar
de todas as conclusões dos teoremas que vou vivendo,
metamorfose de pensamentos alterados com
o meio conciso onde se encontra
pela ignomínia de um passado de mágoa e sofrimento,
mas de que me serve tudo se deste pretérito nada posso mudar.
Possivelmente se fosse dotado de espíritos iluministas
na minha condição térrea que focalizasse
meus sentidos nesta conjuntura que me enquadro,
desta forma provavelmente possuísse
uma maior capacidade táctil
quanto ao trilhar terrenos incógnitos e dos quais
preciso de facultar mais do meu ego e não impingir-lhe um término
que votei por ignorância ou por claro temor
que a minha alma acumula no seu estado emocional
hoje perceptível ao meu campo periférico.
Acarreto o árduo fardo de levar
a minha própria eloquência perdida
em um vasto mundo de imensos significados, quantos têm? Não sei.
Mas tudo o que me resta é um ser que seu
consciente multiplexado, que tem em suas conclusões
todas as conclusões para seguir sempre rumo a norte,
a quem devo todo o respeito e admiração.
de uma vida encaixada em um paradoxo perfeito
desta nova/velha alma que não se consegue libertar
de todas as conclusões dos teoremas que vou vivendo,
metamorfose de pensamentos alterados com
o meio conciso onde se encontra
pela ignomínia de um passado de mágoa e sofrimento,
mas de que me serve tudo se deste pretérito nada posso mudar.
Possivelmente se fosse dotado de espíritos iluministas
na minha condição térrea que focalizasse
meus sentidos nesta conjuntura que me enquadro,
desta forma provavelmente possuísse
uma maior capacidade táctil
quanto ao trilhar terrenos incógnitos e dos quais
preciso de facultar mais do meu ego e não impingir-lhe um término
que votei por ignorância ou por claro temor
que a minha alma acumula no seu estado emocional
hoje perceptível ao meu campo periférico.
Acarreto o árduo fardo de levar
a minha própria eloquência perdida
em um vasto mundo de imensos significados, quantos têm? Não sei.
Mas tudo o que me resta é um ser que seu
consciente multiplexado, que tem em suas conclusões
todas as conclusões para seguir sempre rumo a norte,
a quem devo todo o respeito e admiração.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Voltas da minha cabeça
Se souberes o que eu sei,
não duvides das palavras
mas ninguém viu o que eu vi
então pode dizer palavras sábias.
Se dizes tudo, não sobra nada
para amanhã ser arbitrária,
na força mais contrária
à versão imaginária,
do pesado inconsciente
bate sempre presente
ao presente do momento que já é passado.
Tempo, tempo, tempo...
roda a roleta e tensões 1*sin. (w * 2(t))Alfa
aumentando o overclock
Da consciência acelerada,
digo dentro de tudo nada,
se não quiser entender
lá a frente vai-se ver
que eu não tinha razão,
mas a razão, está dentro de cada coração,
A minha é única em um mundo de milhões
são mais que as maiores armações
que podias ter de defesa,
mas a maior realeza
anda por ai escondida,
os meus dias de vida
a cada segundo se encurta
mas não levarei a multa
por andar mais depressa,
a constituição que não me aqueça
pois nela ponho fogo
é só aumentar o fôlego
que me saem as palavras
e fazer da deles nada
em tudo o que quero dizer,
não li em nenhum livro mas passei a conhecer
ao estudar a tua mente,
foi só um passinho para a frente
que dei e não me custou,
tese a lei que legalizou
o poderem falar mais do que eu
mas fala a vontade,
pois a mim não me falha a lealdade
daquele que me trouxe a vida
ou fez-me descobrir que não estava perdida,
e amanhã quando não tiver os brilhos da manhã
vou tê-lo ao meu lado,
amigo do meu fado,
sinto falta da tua voz
quando dou os Fá's e os Dó's
da guitarra revolucionária,
que toco todos os dias
sem cair na nostalgia
dos dias que vou vivendo
são dias de alegria,
pois passam e eu vou tendo
a compania da frequência
presente na memória
daquela a qual sou fã
e o mais que quero dizer
vou guardar para amanhã
e se tiveres comigo
vais ouvir o que guardei
pois amanhã amigo
vou ser e sempre serei....
não duvides das palavras
mas ninguém viu o que eu vi
então pode dizer palavras sábias.
Se dizes tudo, não sobra nada
para amanhã ser arbitrária,
na força mais contrária
à versão imaginária,
do pesado inconsciente
bate sempre presente
ao presente do momento que já é passado.
Tempo, tempo, tempo...
roda a roleta e tensões 1*sin. (w * 2(t))Alfa
aumentando o overclock
Da consciência acelerada,
digo dentro de tudo nada,
se não quiser entender
lá a frente vai-se ver
que eu não tinha razão,
mas a razão, está dentro de cada coração,
A minha é única em um mundo de milhões
são mais que as maiores armações
que podias ter de defesa,
mas a maior realeza
anda por ai escondida,
os meus dias de vida
a cada segundo se encurta
mas não levarei a multa
por andar mais depressa,
a constituição que não me aqueça
pois nela ponho fogo
é só aumentar o fôlego
que me saem as palavras
e fazer da deles nada
em tudo o que quero dizer,
não li em nenhum livro mas passei a conhecer
ao estudar a tua mente,
foi só um passinho para a frente
que dei e não me custou,
tese a lei que legalizou
o poderem falar mais do que eu
mas fala a vontade,
pois a mim não me falha a lealdade
daquele que me trouxe a vida
ou fez-me descobrir que não estava perdida,
e amanhã quando não tiver os brilhos da manhã
vou tê-lo ao meu lado,
amigo do meu fado,
sinto falta da tua voz
quando dou os Fá's e os Dó's
da guitarra revolucionária,
que toco todos os dias
sem cair na nostalgia
dos dias que vou vivendo
são dias de alegria,
pois passam e eu vou tendo
a compania da frequência
presente na memória
daquela a qual sou fã
e o mais que quero dizer
vou guardar para amanhã
e se tiveres comigo
vais ouvir o que guardei
pois amanhã amigo
vou ser e sempre serei....
domingo, 10 de janeiro de 2010
Palavras...
Palavras são só palavras
Mas só elas conseguem
Descrever tudo o que sentimos
Quando a distância separam os actos,
Quando delas fazemos os relatos,
Do que vivemos a cada dia
Quando só quero demonstrar
A alegria que sinto a cada hora
Todos os dias e agora também.
Não sou ninguém
Mas sou um alguém que vive por aqui,
Sou feliz assim
Por sentir este sentimento em mim,
Podemos mudar mas somos sempre aquilo que somos
Metade do que somos só se completa
Quando temos algo que nos faça sentir
Não posso mentir quando digo o que sinto,
Palavras são palavras
Mas transmitem o sentimento
Mais bonito....
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
São coisas que nada sei...
Razões são dadas das acções praticadas por quem não quer ver ou inconsientemente erra sem saber, estes não são culpados e dessa ''não culpa'' nasce a razão para estar sempre feliz; aqueles que erram conscientes chama se erro para que a culpa seja menor mas por dar o nome de erro alivia-lhes a culpa logo deixa de haver grande razao...
Sendo que não há grandes razões, não há razões para ficar triste...
Não sou ninguém para dizer que está errado, quando deixo falar o inconsciente perdido no que sabe e não sabe e nada sabe aos olhos de ver, daquele que vê mais longe que aquilo que quer saber, mas nada hei de suster, há respiração ainda... Dentro deste corpo que anseia ver esta dor desaparecer...
Não podemos culpar essas pessoas de não ter aprendido, pois, afinal, o dom de aprender nasce com as pessoas e quando se dá muitos murros na ponta da faca acaba por aprender mas pode já ser tarde demais, pois essas pessoas que se acham donas da razão afinal erraram e essa passa a ser a razão para assumir como erro o ''defeito'' de ser leigo na materia de aprender, basta crescer e viver, para mais tarde o erro ver e saber que teve de crescer para aprender que só se errou para crescer...
Quem sou eu? Só sei que sou alguém pois não sei quem sou, não tenho inteligência suficiente para o descobrir, sendo que a inteligência do meu "eu" supera me sempre quando estou a um passo de lá chegar, se é que algum dia cheguei em algum lugar. Quando já me vejo sem chão onde pisar, afinal onde piso observo réstia do meu passado, que me condena a não saber, pois não nasci com o dom de aprender, e erro para crescer...
Será que tenho razão? Quando a razão só se encontra nos erros para aliviar a culpa, então quer dizer que eu sou o culpado por errar e não quem está a minha volta mas mesmo assim vou errando e de erro para erro aumenta se a dor da culpa mas tenho razões para sorrir, então hei de sorrir até a morte pois não tenho culpa de ter de errar para crescer...
Subscrever:
Mensagens (Atom)