segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

São coisas que nada sei...

Razões são dadas das acções praticadas por quem não quer ver ou inconsientemente erra sem saber, estes não são culpados e dessa ''não culpa'' nasce a razão para estar sempre feliz; aqueles que erram conscientes chama se erro para que a culpa seja menor mas por dar o nome de erro alivia-lhes a culpa logo deixa de haver grande razao...
Sendo que não há grandes razões, não há razões para ficar triste...

Não sou ninguém para dizer que está errado, quando deixo falar o inconsciente perdido no que sabe e não sabe e nada sabe aos olhos de ver, daquele que vê mais longe que aquilo que quer saber, mas nada hei de suster, há respiração ainda... Dentro deste corpo que anseia ver esta dor desaparecer...

Não podemos culpar essas pessoas de não ter aprendido, pois, afinal, o dom de aprender nasce com as pessoas e quando se dá muitos murros na ponta da faca acaba por aprender mas pode já ser tarde demais, pois essas pessoas que se acham donas da razão afinal erraram e essa passa a ser a razão para assumir como erro o ''defeito'' de ser leigo na materia de aprender, basta crescer e viver, para mais tarde o erro ver e saber que teve de crescer para aprender que só se errou para crescer...
Quem sou eu? Só sei que sou alguém pois não sei quem sou, não tenho inteligência suficiente para o descobrir, sendo que a inteligência do meu "eu" supera me sempre quando estou a um passo de lá chegar, se é que algum dia cheguei em algum lugar. Quando já me vejo sem chão onde pisar, afinal onde piso observo réstia do meu passado, que me condena a não saber, pois não nasci com o dom de aprender, e erro para crescer...

Será que tenho razão? Quando a razão só se encontra nos erros para aliviar a culpa, então quer dizer que eu sou o culpado por errar e não quem está a minha volta mas mesmo assim vou errando e de erro para erro aumenta se a dor da culpa mas tenho razões para sorrir, então hei de sorrir até a morte pois não tenho culpa de ter de errar para crescer...

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