Termo absoluto ao cenário contraditório
de uma vida encaixada em um paradoxo perfeito
desta nova/velha alma que não se consegue libertar
de todas as conclusões dos teoremas que vou vivendo,
metamorfose de pensamentos alterados com
o meio conciso onde se encontra
pela ignomínia de um passado de mágoa e sofrimento,
mas de que me serve tudo se deste pretérito nada posso mudar.
Possivelmente se fosse dotado de espíritos iluministas
na minha condição térrea que focalizasse
meus sentidos nesta conjuntura que me enquadro,
desta forma provavelmente possuísse
uma maior capacidade táctil
quanto ao trilhar terrenos incógnitos e dos quais
preciso de facultar mais do meu ego e não impingir-lhe um término
que votei por ignorância ou por claro temor
que a minha alma acumula no seu estado emocional
hoje perceptível ao meu campo periférico.
Acarreto o árduo fardo de levar
a minha própria eloquência perdida
em um vasto mundo de imensos significados, quantos têm? Não sei.
Mas tudo o que me resta é um ser que seu
consciente multiplexado, que tem em suas conclusões
todas as conclusões para seguir sempre rumo a norte,
a quem devo todo o respeito e admiração.
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