Ele não a guarda como dantes, naquele lugar especial, que perdera sentido com o sentido que ela ia dando àquelas duas vidas.
Ela mentiu às leis do próprio coração quando dizia que só a ele amava, só dele gostava, enquanto que aos olhos de fora todos sabiam que não era assim, que ele apenas estava a provar do amargo pão, que outrora alimentava outras bocas.
Aquele amargo fel, que tinha impregnado na pele, ele foi beijando a sabor da sua própria perdição, saboreando aquele veneno que ela lhe dava a beber, como se não houvesse amanhã, ia bebendo e matando a sede que lhe valia mais.
Ela foi encontrada onde andava a desprimor dos seus valores, onde alguém de nome forte e de valor lhe estendia a mão para lhe dar vida boa, mas não era esse seu interesse, anda à procura de alguém que lhe preenchesse seus caprichos de mulher que domina. Encontrara aquele que lhe deu a mão, carinho e amor como pão e vinho para alimentar a sua alma vazia, mesmo assim não se contentava e estava em busca de mais, em uma pessoa que só aquilo sabia dar e no que sabia dar era perito.
Ele queria apenas ajuda-la a sair de uma tristeza, que depois ele se apercebera que era fictícia, que só existia quando ele estava por perto, pois ela na sua presença fazia-se de pobre alma abandonada, apenas para que ele se desse aos seus caprichos.
Ninguém sabia que aquele corpo carecia duma dose controlada de amor e impetuosidade, para alimentar a paixão que lhe fugiu dos dedos e o ódio que outros homens desonrados lhe tinham causado. Ele só lhe sabia dar o amor que ele sentia, causando-lhe a ela carência do sentimento de repulsa, que não podia viver sem.
Ele deixo-a e seguiu vida, vindo mais tarde a ser alguém, alguém que deixara de ser por ela, outra vez de nome forte e cabeça erguida, foi Sr. de uma arte, foi amigo de quem nunca o esquecera, foi companheiro daquela que era feliz a seu lado e continua de vida boa. Perdera aquele encanto que outrora tinha, por uma mulher que em momento algum lhe dera valor, que importa que o seu coração lhe diga sim ou não se continua a viver, hoje de vida melhor, mais calma, sem problemas, sem complexos e traumas.
As palavras que ela lhe dizia tinham dores e alegrias mas só ternura lhes deixavam, por ela não houvera ninguém a quem ela se desse de corpo e alma, podia ter sido mãe, podia ter sido alguém mas foi esquina de rua.
Ela mentiu às leis do próprio coração quando dizia que só a ele amava, só dele gostava, enquanto que aos olhos de fora todos sabiam que não era assim, que ele apenas estava a provar do amargo pão, que outrora alimentava outras bocas.
Aquele amargo fel, que tinha impregnado na pele, ele foi beijando a sabor da sua própria perdição, saboreando aquele veneno que ela lhe dava a beber, como se não houvesse amanhã, ia bebendo e matando a sede que lhe valia mais.
Ela foi encontrada onde andava a desprimor dos seus valores, onde alguém de nome forte e de valor lhe estendia a mão para lhe dar vida boa, mas não era esse seu interesse, anda à procura de alguém que lhe preenchesse seus caprichos de mulher que domina. Encontrara aquele que lhe deu a mão, carinho e amor como pão e vinho para alimentar a sua alma vazia, mesmo assim não se contentava e estava em busca de mais, em uma pessoa que só aquilo sabia dar e no que sabia dar era perito.
Ele queria apenas ajuda-la a sair de uma tristeza, que depois ele se apercebera que era fictícia, que só existia quando ele estava por perto, pois ela na sua presença fazia-se de pobre alma abandonada, apenas para que ele se desse aos seus caprichos.
Ninguém sabia que aquele corpo carecia duma dose controlada de amor e impetuosidade, para alimentar a paixão que lhe fugiu dos dedos e o ódio que outros homens desonrados lhe tinham causado. Ele só lhe sabia dar o amor que ele sentia, causando-lhe a ela carência do sentimento de repulsa, que não podia viver sem.
Ele deixo-a e seguiu vida, vindo mais tarde a ser alguém, alguém que deixara de ser por ela, outra vez de nome forte e cabeça erguida, foi Sr. de uma arte, foi amigo de quem nunca o esquecera, foi companheiro daquela que era feliz a seu lado e continua de vida boa. Perdera aquele encanto que outrora tinha, por uma mulher que em momento algum lhe dera valor, que importa que o seu coração lhe diga sim ou não se continua a viver, hoje de vida melhor, mais calma, sem problemas, sem complexos e traumas.
As palavras que ela lhe dizia tinham dores e alegrias mas só ternura lhes deixavam, por ela não houvera ninguém a quem ela se desse de corpo e alma, podia ter sido mãe, podia ter sido alguém mas foi esquina de rua.
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