"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
Da história da gente
E outras de quem nem o nome
Lembramos ouvir
São emoções que dão vida
À saudade que trago
Aquelas que tive contigo
E acabei por perder
Há dias que marcam a alma
E a vida da gente
E aquele em que tu me deixaste
Não posso esquecerA chuva molhava-me o rostoMeu segredo à cidadeGelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moço perdido
Gritava à cidade
Que o fogo do amor sob a chuva
Há instantes morrera
chuva ouviu e calou
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade"
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Chuva (Mariza)
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário