domingo, 13 de dezembro de 2009

Tempos e revoltas

Dentro de afirmações
Dou contra argumentações
Para dar as conclusões
Em teses argumentativas
São palavras descritivas
De sínteses mínimas
De pensamentos adversos
Tentando escrever nos meus versos
Quando tenho 10 minutos sozinho
Dentro do que sei e não sei
Explico em 6 horas
O mínimo daquilo que pensei
Não sou complexo
Mas incompriendido
No meu pensamento positivo
Abalado pela gota de sangue no chão caído
Caio na revolta, sem volta, quando solta-se
Um grito de desespero perdido
Quando desesperado não tenho ouvidos
Para ouvir aquele apelo
O meu coração não se torna um gelo
Quando a revolta gela-me os sentidos
São momentos de vida vividos
Que nunca seram esquecidos
Quando encho o vazio de sentidos
Para não carrega los no peito
Pois se não seria o SUJEITO
Do crime perfeito
Sendo que o crime perfeito não tem sujeito
Seria mais um ninguém a lutar
Contra o que já esta no sangue
Dos que não querem ver
Que antes da pedra bater
Alguém tem de atirar
Mas se no chão ela ficar
Quem com uma mão ajudar
Pode salvar a vida de quem
Um dia talvez o virá a salvar
São pensamentos perdidos
No tempo em que se não mudar isto
Nenhum neste chão andará
Pois quem tem o mel dá o mel
Quem tem o fel dá o fel
Quem nada tem nada dá

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